Gestão Galeazzi apagou ‘rixa’ entre Sadia e Perdigão

Apesar de unidas dentro da gigante dos alimentos BRF há quatro anos, a “turma” da Perdigão e a “turma” da Sadia nem sempre se misturavam no dia a dia da empresa, de acordo com o presidente global da companhia, Claudio Galeazzi. Uma de suas primeiras decisões dentro da empresa foi apagar qualquer resquício de “rixa” interna. “O RG de origem (se…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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Apesar de unidas dentro da gigante dos alimentos BRF há quatro anos, a “turma” da Perdigão e a “turma” da Sadia nem sempre se misturavam no dia a dia da empresa, de acordo com o presidente global da companhia, Claudio Galeazzi. Uma de suas primeiras decisões dentro da empresa foi apagar qualquer resquício de “rixa” interna. “O RG de origem (se Sadia ou Perdigão) passou a não importar mais.”

Em algumas áreas, a separação entre as duas companhias se refletia em ineficiências. Era o caso das equipes comerciais – as duas marcas tinham estruturas separadas. Um vendedor passava oferecendo Sadia e o outro, da mesma empresa, só entregava Perdigão. A união dessas estruturas foi uma das primeiras decisões de Galeazzi.

Com a chegada de um presidente que não tinha relação com nenhuma das duas empresas, foi possível mudar a cultura completamente. Uma das novas características do negócio passou a ser a definição de metas claras, com a entrega sendo compensada em forma de bônus.

Esse estilo, copiado da indústria de bebidas Ambev, foi unido ao estilo implantado por Abilio Diniz no Grupo Pão de Açúcar: a expectativa de que os funcionários pensem como donos do negócio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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