Juros futuros encerram em alta, em linha com avanço do dólar
Os juros futuros de médio e longo prazos, amparados no movimento do câmbio, fecharam a sessão desta segunda-feira, 13, em alta, na direção contrária à trajetória do rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano. O dólar à vista terminou em alta de 1,07% no balcão, cotado em R$ 3,1200. As taxas futuras subiram com moderação nos trechos…

Os juros futuros de médio e longo prazos, amparados no movimento do câmbio, fecharam a sessão desta segunda-feira, 13, em alta, na direção contrária à trajetória do rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano. O dólar à vista terminou em alta de 1,07% no balcão, cotado em R$ 3,1200.
As taxas futuras subiram com moderação nos trechos intermediário e longo, enquanto as curtas encerraram perto dos ajustes de sexta-feira. Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 projetava 13,27%, de 13,26% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2017 passou de 13,02% para 13,07%, e o DI janeiro de 2021, de 12,50% para 12,58%. Em Wall Street, a T-Note de dez anos, às 16h40, tinha taxa de 1,934%, de 1,948% na sexta-feira.
Nesta tarde, em entrevista exclusiva ao Broadcast, Mauro Leos, vice-presidente da Moody’s, disse que o mais provável é que a próxima decisão da agência sobre a nota soberana e perspectiva do Brasil não ocorra antes de setembro. “Isso só deve acontecer depois de nossa visita anual ao Brasil, que normalmente ocorre no terceiro trimestre”, disse. “Até lá, veremos vários fatores, como aprovação de medidas fiscais no Congresso e condições da Petrobras”, destacou. O rating do Brasil perante a agência é Baa2, com perspectiva negativa.
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