Ouro em NY fecha em alta com tensão no Iraque

Os contratos futuros de ouro fecharam no nível mais alto em quase três semanas em consequência das tensões no Iraque e do enfraquecimento das bolsas de Nova York, que estimularam a demanda por ativos seguros. O ouro para agosto subiu US$ 12,80, ou 1,0%, para US$ 1.274 por onça-troy, na Comex, o fechamento mais alto desde 23 de maio. Forças…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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Os contratos futuros de ouro fecharam no nível mais alto em quase três semanas em consequência das tensões no Iraque e do enfraquecimento das bolsas de Nova York, que estimularam a demanda por ativos seguros.

O ouro para agosto subiu US$ 12,80, ou 1,0%, para US$ 1.274 por onça-troy, na Comex, o fechamento mais alto desde 23 de maio. Forças curdas tomaram o controle de uma cidade no norte do país e militantes sunitas prometeram invadir duas cidades controladas pelos xiitas.

Além disso, os indicadores econômicos divulgados nesta quinta-feira, 12, nos EUA, vieram fracos. As vendas no varejo do país subiram 0,3% em maio, na comparação com abril, abaixo da alta de 0,7% prevista, enquanto o número de pedidos de auxílio-desemprego aumentou para 317 mil na semana passada, superando as 310 mil solicitações esperadas.

Por outro lado, os preços da platina e do paládio caíram em reação a notícias de que a longa greve de mineradores da África do Sul pode estar chegando ao fim. A Anglo American Platinum, a Impala Platinum Holdings e a Lonmin informaram que fizeram um acordo em princípio com a Associação de Mineradores e o Sindicato da Construção a respeito de salários e de condições de trabalho.

A platina para julho caiu 2,7%, para US$ 1.441,30 por onça-troy, o nível mais baixo desde 4 de junho e a maior queda de 20 de setembro do ano passado. O paládio para setembro perdeu 4,7%, para US$ 819,40 por onça-troy, o nível mais baixo desde 19 de maio e a maior queda desde junho do ano passado.

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