Petrobras teve urgência em aprovar diretor para Governança, diz conselheiro

A Petrobras teve urgência em aprovar um nome para ocupar o cargo de diretor de Governança, Risco e Conformidade, segundo o representante dos empregados no conselho de administração da estatal, Silvio Sinedino. Foram selecionados 77 currículos para disputar a vaga. Deste total, 36 pessoas foram entrevistadas e cinco nomes foram levados para…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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A Petrobras teve urgência em aprovar um nome para ocupar o cargo de diretor de Governança, Risco e Conformidade, segundo o representante dos empregados no conselho de administração da estatal, Silvio Sinedino. Foram selecionados 77 currículos para disputar a vaga. Deste total, 36 pessoas foram entrevistadas e cinco nomes foram levados para avaliação da diretoria. Nesta terça-feira, 13, o conselho de administração analisou três desses currículos, entre os quais o de João Adalberto Elek Junior, que foi o escolhido.

Em evento na sede da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Sinedino afirmou que não foi possível para a empresa entrevistar os donos de todos os currículos selecionados porque a meta era aprovar o novo diretor de Governança na reunião do conselho de hoje. Elek ficará responsável pela análise e aprovação de todos os projetos, inclusive de construção de novas unidades, que a Petrobras desenvolverá daqui para a frente.

A escolha do diretor por meio de uma empresa especializada na seleção de executivos foi aprovada por Sinedino porque, em sua opinião, essa é uma forma de valorizar a meritocracia e com isso “coibir uma política de recursos humanos hierarquizada de supervalorização de diretores e gerentes” que, segundo ele, facilita a corrupção.

Sinedino deixou hoje a presidência da Aepet, mas é candidato à reeleição para uma cadeira no conselho da Petrobras.

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