Produção industrial fraca leva taxas de juros às mínimas
A divulgação de dados fracos da produção industrial em novembro fez os juros futuros intensificarem o movimento de queda e levou as taxas às mínimas na manhã desta quinta-feira, 5. O movimentou foi sentido em toda a curva. Segundo o operador sênior de renda fixa da Renascença DTVM, Luis Felipe Laudisio, a leitura é de que a atividade aquém do…

A divulgação de dados fracos da produção industrial em novembro fez os juros futuros intensificarem o movimento de queda e levou as taxas às mínimas na manhã desta quinta-feira, 5. O movimentou foi sentido em toda a curva.
Segundo o operador sênior de renda fixa da Renascença DTVM, Luis Felipe Laudisio, a leitura é de que a atividade aquém do esperado abre espaço para a ação do Banco Central e pode estimular apostas do mercado em um corte mais agressivo de 0,75 ponto porcentual da taxa básica de juros na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana que vem.
Por volta das 9h50, o DI para janeiro de 2018 estava em 11,39%, ante 11,48% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2019 marcava 10,91%, de 11,00%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021 exibia 11,28% de 11,35%.
A produção industrial subiu 0,2% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde recuo de 1,00% a expansão de 3,50%, mas ficou bem abaixo da mediana positiva de 1,50%. Em relação a novembro de 2015, a produção caiu 1,1%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de retração de 4,90% a avanço de 2,70%, com mediana positiva de 0,10%.
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