Jazz e blues chegam à noite joseense
Breakin’All Big Band se apresenta no SantOnofre nesta quarta (6) Cristiano Segato Já foi o tempo em que a música sertaneja era a única opção na noite joseense. Atualmente, bares e casas de show têm apostado em outros estilos musicais para apresentar música de qualidade ao grande público. E pelo visto a iniciativa tem dado […]


Breakin’All Big Band se apresenta no SantOnofre nesta quarta (6)
Cristiano Segato
Já foi o tempo em que a música sertaneja era a única opção na noite joseense. Atualmente, bares e casas de show têm apostado em outros estilos musicais para apresentar música de qualidade ao grande público. E pelo visto a iniciativa tem dado certo.
O SantOnofre Boteco e Bistrô, por exemplo, começou aos poucos a abrir espaço para jazz na casa e, devido à aceitação e formação de público, em junho criaram um festival para receber grupos do gênero semanalmente. A ação deu certo e o Festival de Inverno segue agora no mês de julho.
O Guten Bier também abre espaço para o estilo e uma vez por mês, às sextas-feiras, traz uma banda de blues à casa. Na próxima sexta, por exemplo, quem se apresenta será o músico angolano Nuno Mindelis.
Já no SantOnofre, quem volta aos palcos nesta quarta-feira (6) é a Breakin’All Big Band, uma banda formada por 17 músicos. No grupo, guitarra, bateria, trompete, trombone, saxofone, tudo à serviço do jazz que movimentava as pistas nos anos dourados. É música para apreciar na mesa, mas também para dançar.
A Breakin’All Big Band é dirigida pelo renomado músico norte-americano Todd Murphy, mas também participa da formação o trompetista e produtor musical Anderson Delavéquia, que é curador do Festival de Inverno. Ele explica que esta cultura do jazz e blues na cidade está em formação. “O público tem participado em peso nas apresentações de jazz realizadas no Sesc, no parque Vicentina Aranha e no Jazz no Parque da Cidade, em Jacareí. Agora o desafio tem sido trazer esse público para a noite joseense. No SantOnofre a participação tem sido muito boa, cada vez melhor”, revela.
Quem não conhece sobre o estilo, a dica é experimentar. O músico explica que o conceito jazz é muito abrangente. “Hoje se faz samba de gafieira, bossa nova, choro, black music, blues, entre outros gêneros com influências jazzísticas como harmonias mais elaboradas, solos improvisados, os músicos criam e interagem todo o tempo tornando cada apresentação única”, diz o trompetista.
Animou? Então saiba que o Festival de Inverno também inclui um festival gastronômico. Mais informações na página do festival no Facebook.
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