O Menestrel em São José

Oswaldo Montenegro se apresentou na cidade nesta segunda-feira (6) Divulgação O músico e diretor Oswaldo Montenegro se apresentou no Teatro Municipal de São José dos Campos na última segunda-feira (6), em um show gratuito para encerramento do Festival Contaí, que neste ano falou sobre a contação de histórias, algo muito presente na vida de Oswaldo […]

Escrito por: Luiza Paiva2 min de leitura
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Oswaldo Montenegro se apresentou na cidade nesta segunda-feira (6)

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O músico e diretor Oswaldo Montenegro se apresentou no Teatro Municipal de São José dos Campos na última segunda-feira (6), em um show gratuito para encerramento do Festival Contaí, que neste ano falou sobre a contação de histórias, algo muito presente na vida de Oswaldo Montenegro. “Não existe uma peça ou filme meu que não tenha como figura principal a narração. A minha jogada é a do contador de histórias mesmo”, disse.

A escolha se encaixou bem na proposta do festival, tanto que o show contou também com um bate-papo entre o artista e o público, que lotou o teatro, e pode fazer pergunta ao músico, que respondeu, na grande maioria das vezes, sobre a história presente em cada uma de suas principais canções. Com muito bom humor, conseguiu animar e emocionar a plateia, que foi convidada a participar em várias músicas. Oswaldo também ficou à vontade, caminhou entre o público e privilegiou a interação em todos os momentos.

Em boa parte de sua apresentação ele fez referência às suas últimas produções de filmes e documentários que, segundo o apresentador, será sua prioridade. “Meu caminho agora é o audiovisual. Já lançamos o terceiro filme, ‘O Perfume da Memória’, e agora estamos fazendo uma minissérie para o canal Brasil. Vamos produzir audiovisual, mas sempre com música, que é  minha ‘mãe’. O caminho vai ser sempre misturar a música com as outras artes”, revelou.

Durante entrevista, Oswaldo aproveitou para comentar sobre a história do Brasil que, segundo ele, está disfarçada de “um charme ‘macunaímico’, charme de herói mau caráter e preguiçoso”. “O problema de um país não é ter problema, mas sim ele achar charmoso aquele problema. Se for contar uma história só de nosso país, ela não será bonita”, opinou.

Filas e educação

Apesar da fila para entrar no Teatro Municipal ser muito grande, ultrapassando dois andares do Shopping Centro, o púbico não perdeu o bom humor. Na apresentação e nas perguntas, mostraram conhecer não somente as letras, mas vários detalhes da história do artista. A imprensa, apesar de cadastrada com muita antecedência, foi solicitada a ver o show de pé.

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À vontade, o artista contou histórias em meio à plateia

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