A necessidade de higienizar os alimentos para manter a saúde
De acordo com Ana Claudia Luengo, coordenadora da área de nutrição do Senac Taubaté, o consumo de alimentos não higienizados pode resultar na intoxicação alimentar causada por bactérias ou vírus e gerar, consequentemente, diversos sintomas adversos, como diarreias, vômitos, febre e desidratação (consequência dos sintomas). “Quando grave e dependendo do grau de toxidade do microrganismo, pode também levar o enfermo a óbito”, destaca a docente.


Higienização deve ser realizada sempre antes do consumo
Flávio Pereira/Meon
De acordo com Ana Claudia Luengo, coordenadora da área de nutrição do Senac Taubaté, o consumo de alimentos não higienizados pode resultar na intoxicação alimentar causada por bactérias ou vírus e gerar, consequentemente, diversos sintomas adversos, como diarreias, vômitos, febre e desidratação (consequência dos sintomas). “Quando grave e dependendo do grau de toxidade do microrganismo, pode também levar o enfermo a óbito”, destaca a docente.
Atualmente há muitos produtos já higienizados disponíveis no mercado, como saladas, arroz e feijão. No entanto, é sempre interessante ficar atento à sua qualidade. “No caso do feijão, é fundamental ter cuidado com a presença de pedrinhas que facilmente podem ser confundidas com o grão. Conheço casos de dente quebrado devido à presença delas junto com o feijão”, alerta a docente.
Ainda segundo Ana, um dos maiores e frequentes problemas observados tanto em casa como em estabelecimentos é com relação ao controle de temperatura e longo tempo de exposição dos pratos (e ingredientes) antes de servir. “Com esse cenário, pode acontecer a proliferação de microrganismos patogênicos, prejudicando, consequentemente, a saúde de quem o consumir.”
Quanto à limpeza, também é preciso se precaver. Utilizar água sanitária (uma colher de sopa para cada litro d’água) é a melhor opção para a higienização de saladas, frutas, ervas e legumes. “O vinagre, bastante presente nesse processo em casa, não substitui a ação da água sanitária. Ela é muito mais eficaz para eliminar todos os microrganismos”, explica a docente. Já o arroz, o feijão e até produtos como o iogurte devem ser limpos com água corrente.
Para a docente e também nutricionista, é possível tomar medidas caseiras simples a fim de evitar contaminações. Já aos estabelecimentos, como restaurantes e bares, Ana Claudia explica que a melhor forma de implementar regras de higiene é treinando os colaboradores. “Grandes estabelecimentos precisam ter um técnico em nutrição ou nutricionista na equipe. Esses profissionais possuem o conhecimento necessário sobre o consumo ideal dos alimentos”, conclui.
Interessados em obter informações sobre os cursos ofertados pelo Senac Taubaté podem acessar o site www.sp.senac.br/taubate ou se dirigir ao balcão de atendimento da unidade, localizada na Rua Nelson Freire Campello, nº 202.
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