De olho no rótulo das embalagens dos alimentos
Hoje, além da data de validade, do preço, da lista de ingredientes e do valor calórico, você pode encontrar na embalagem dos alimentos algumas informações que têm muito a dizer sobre os benefícios de cada produto para a sua saúde e bem-estar


Prestar atenção nos rótulos ajuda a ter controle sobre uma boa alimentação
Divulgação/Sadia
Hoje, além da data de validade, do preço, da lista de ingredientes e do valor calórico, você pode encontrar na embalagem dos alimentos algumas informações que têm muito a dizer sobre os benefícios de cada produto para a sua saúde e bem-estar, como, por exemplo, “baixas calorias”, “reduzido em sódio”, “menos gorduras”, “fonte de fibras”. Conhecer o significado desses e de outros termos ajuda a fazer opções mais saudáveis e nutritivas.
– Baixas calorias: Usada quando o alimento possui, no máximo, 40 kcal/100 g (sólidos) ou 20 kcal/100 ml (líquidos).
– Baixo teor de sódio: Expressão destinada aos alimentos com, no máximo, 120 mg de sódio/100 g ou 100 ml. A recomendação diária de consumo de sódio para um adulto é de, no máximo, 2,4 g, o que equivale a 6 gramas de sal.
– Reduzido em sódio: O sódio é um mineral que ajuda a controlar o volume de líquidos nas células e no sangue, regulando a pressão arterial. Na composição dos alimentos, ele também tem sua importância, influenciando no sabor e na durabilidade. Por isso, é bastante utilizado na indústria de alimentos, colaborando com a conservação deles. No entanto, não pode ser ingerido em excesso, já que seu consumo além do recomendado está associado ao maior risco de hipertensão e doenças cardiovasculares. Os alimentos reduzidos em sódio tem uma quantidade, no mínimo, 25% menor do que os alimentos tradicionais. Podem ser uma melhor opção, já que o sódio é um nutriente que precisa ter o consumo diminuído.
– Zero Trans: Identifica alimentos que não contêm gordura trans e contêm, no máximo, 2 g de gordura saturada na porção indicada de consumo.
– Não contém colesterol: Nenhum produto feito exclusivamente com óleos vegetais contém colesterol. Isso porque suas composições não levam ingredientes de origem animal, como leite, ovos ou manteiga. Atenção: mesmo sem colesterol o alimento pode conter gordura.
– Sem glúten (ou livre de glúten): Indicado para quem sofre de doença celíaca, que gera intolerância ao glúten. Presente no trigo, centeio, cevada, aveia e malte, o glúten pode causar fortes desconfortos aos celíacos.
– Baixo teor de gorduras totais: Aparece no rótulo dos produtos que têm, no máximo, 3 g de gorduras/100 g (sólidos) ou 1,5 g de gorduras/100 ml (líquidos).
– Baixo teor de gordura saturada: Expressão utilizada quando o alimento possui, no máximo, 1,5 g de gordura saturada/100 g (sólidos) ou 0,75 g de gordura saturada/100 ml (líquidos). A gordura saturada é conhecida como gordura ruim, pois contribui para o aumento do colesterol ruim no sangue. Dessa forma, alimentos com baixo teor de gordura saturada são uma opção melhor para consumo.
– Fonte de fibras: Aparece na embalagem dos alimentos que têm 3 g de fibras/100 g ou 6 g de fibras/100 ml. As fibras auxiliam no bom funcionamento intestinal e, consequentemente, na prevenção de câncer de intestino. Por isso, vale a pena consumir alimentos que sejam fontes de fibras, como biscoitos, pães e massas integrais.
– Fonte de proteínas: Encontrada em maior quantidade nos alimentos de origem animal (carnes, leites, queijos) e de origem vegetal (como leguminosas, soja e feijão), a proteína é um nutriente envolvido na formação das células, enzimas e hormônios. De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, entre 15 e 20% devem vir das proteínas.
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