Filme, livro e música: a RMVale representada na arte
O Meon inicia uma lista de referências culturais da RMVale. Mazzaropi, Luís Fernando Verissimo, “Tapete Vermelho” e Cia. Teatro da Cidade de São José dos Campos são alguns dos exemplos. Ajude a incrementar a nossa lista, deixe sua sugestão nos comentários.

Muito do que uma cidade representa para o seu povo reflete em produtos culturais. Na arte, músicas, filmes, livros, pinturas, fotos e personagens mencionam características de um certo tipo de povo, contribuindo para uma tradição.
O Meon inicia uma lista de referências culturais da RMVale. Mazzaropi, Luís Fernando Verissimo, “Tapete Vermelho” e Cia. Teatro da Cidade de São José dos Campos são alguns dos exemplos. Ajude a incrementar a nossa lista, deixe sua sugestão nos comentários.

Matheus Nachtergaele em personagem fã do Jeca
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1 – Filme, “Tapete Vermelho” (2006), de Luis Alberto Pereira
A produção retrata a vida da família caipira tradicional nos tempos atuais. O pai (Matheus Nachtergaele) quer levar o filho para ver um filme de Mazzaropi, com isso faz uma trajetória, com a esposa e o burro Policarpo, por várias cidades do Vale do Paraíba. Além de homenagear o cineasta Amácio Mazzaropi, o filme foi produzido em Caçapava, Taubaté e Aparecida.

Elenco de “Entre Nós” na Serra da Mantiqueira
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2 – Filme, “Entre Nós” (2014), de Paulo Morelli
A história de amigos isolados em uma casa de campo, que ficam separados por dez anos por causa de uma tragédia, tem como personagem de fundo a Serra da Mantiqueira. O filme foi rodado em São Francisco Xavier e Caio Blat, um dos protagonistas, já afirmou que tinha relação com a região quando passava férias em Campos do Jordão.

Livro da “última pessoa que acredita no governo”
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3 – Personagem, “A Velhinha de Taubaté”, de Luis Fernando Verissimo
O escritor e colunista criou A Velhinha de Taubaté, mulher conhecida nacionalmente como a última que acreditava no governo, sempre concordando com o que sua televisão lhe dizia. Foi criada como sátira do Regime Militar, mas também apareceu em casos como o impeachment de Collor e do Mensalão do governo Lula. O motivo da velhinha ser de Taubaté não é conhecido, mas uma das possibilidades vem da existência da sigla VT, próximo a TV.

Cena de “Maria Peregrina”, peça sobre a moradora de rua joseense
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4 – Teatro, “Maria Peregrina”, da Cia. Teatro da Cidade de São José dos Campos
Em 2000, a Cia. Teatro da Cidade voltou-se para sua própria cidade ao realizar “Maria Peregrina”, a história de uma moradora de que viveu na primeira metade dos século 20 nas ruas de São José e que se tornou folclórica. Após a morte da também chamada “Maria do Saco” em 1964, seu nome ganhou status de santidade. Dirigida por Luís Alberto de Abreu, foi um dos sucessos da companhia.

Amácio Mazzaropi, como o Jeca Tatu
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5 – Filme e música, Mazzaropi e Elpídio dos Santos, Taubaté e São Luiz do Paraitinga
A parceria entre o cineasta Amácio Mazzaropi e o compositor Elpídio Santos enaltece o povo e as cidades de Taubaté e São Luiz do Paraitinga, respectivamente. A criação do Jeca Tatu, personagem de inúmeros filmes rodados na roça de São Luiz era sempre embalada por canções como “A Dor da Saudade” e “Lá no Pé da Serra”. Em Taubaté, Mazzaropi gravou na Fazenda Santa, no Convento Santa Clara e no atual Hotel Mazzaropi, antiga sede da PAM Filmes, estúdio onde o cineasta gravava parte dos filmes, inclusive as cenas na casa do Jeca, que ficava no local.

A Turma do Sítio do Picapau Amarelo, símbolo da literatura taubateana
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6 – Literatura, “Sítio do Picapau Amarelo”, de Monteiro Lobato
Não à toa, Taubaté é considerada a Capital Nacional da Literatura Infantil, título concedido pelo Congresso Nacional. Criada pelo escritor Monteiro Lobato, “Sítio do Picapau Amarelo” é talvez a maior obra infantil brasileira, relançada em livro em diferentes formatos e adaptada em desenhos e seriados desde a década de 1970. Foi no sítio do Visconde de Tremembé, avô de Lobato, que o autor criou o universo de Emília, Pedrinho, Narizinho e companhia, espaço que hoje recebe atividades semanais da Turma do Sítio.
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