Intercâmbio cultural continua sendo diferencial no currículo
Quem investe no desenvolvimento profissional garante melhores vagas


Nova Zelândia é um dos destinos mais escolhidos para intercâmbio cultural
Divulgação
O mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Intercâmbio cultural já se tornou pré-requisito para a conquista dos melhores postos de trabalho. Mesmo em períodos de crise econômica, como o Brasil passa, especialistas apontam que há vagas para quem investe no desenvolvimento profissional e, o quanto antes, melhor.
A Gerente Expert em Intercâmbio da Experimento – Intercâmbio Cultural de São José dos Campos, Tamara Lima, ressalta que além da fluência no idioma, os intercambistas asseguram uma série de benefícios que ajudam a trilhar uma carreira promissora.
“O aluno que participa de um programa, como o High School, por exemplo, que é o Ensino Médio aqui no Brasil, além de aprimorar o idioma do país escolhido, desenvolve outras características pessoais como ser mais flexível a mudanças, aprende a lidar com responsabilidades e amadurece bastante”, enfatiza ela com a vivência de quem morou e trabalhou nos EUA durante quase dois anos”, diz Tamara.
“Aqueles que fazem o High School também cursam matérias técnicas que podem auxiliar na moldagem do currículo para a carreira que escolherão”, acrescenta a proprietária da Experimento de Taubaté, Susi Gera.
Foi o que fez a estudante Júlia Vilela, de 18 anos. Recém-chegada da Nova Zelândia, onde cursou o programa High School durante seis meses, a futura administradora trouxe na bagagem “a melhor experiência da vida”, como ela denomina. Além da fluência no inglês britânico e a expertise na cultura kiwi, ela voltou ao Brasil com novas metas e um conhecimento que carregará para o mundo dos negócios.
“Eu aprendi a lidar com as dificuldades sozinhas, a decidir sobre a minha vida, conhecer a mim mesma, ser mais segura e a me relacionar melhor com as pessoas. Também aproveitei para estudar a linguagem business. Digo que não foi apenas uma viagem, eu construí uma vida em outro lugar”, completa Júlia.
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