Mergulho no fascínio dos roteiros da Cidade do México

Série traz opções que vão do Templo Mayor ao mágico mundo Asteca

Escrito por: Maria Teresa Matos2 min de leitura
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Templo Mayor

Divulgação

A cultura mexicana tem influência de mais de 20 grupos étnicos, além da mestiçagem derivada da chegada dos espanhóis ao território ocupado hoje pelo país. A própria Cidade do México, uma das maiores metrópoles do mundo, guarda no centro histórico – Zócalo – vestígios de uma das civilizações originais do continente. Ali, no miolo, desponta o que um dia foi Tenochtitlán, a urbe mais importante erguida pelos astecas.

Conhecê-la pode ser um jeito especial de se fascinar pelo intrincado mosaico cultural do país. Desde tempos remotos, o território mexicano viu florescer povos autênticos artística e culturalmente, cujo legado engloba construções monumentais, símbolos, mitos de criação, musicalidade, divindades e crenças baseadas no modo como cada grupo compreendia o entorno.

De acordo com o Instituto Nacional de Antropologia e História, há atualmente 187 zonas arqueológicas no país abertas ao público O Museu de Antropologia, numa das áreas mais nobres da cidade, abre as portas desse universo. Propomos a seguir um roteiro pela capital mexicana e seus arredores para entender mais a fundo a complexidade e a beleza originais do país.

Templo Mayor
As ruínas do Templo Mayor guardam os vestígios de Tenochtitlán, a capital do império asteca, atualmente a região central da Cidade do México, o popular Zócalo. Após travar a batalha mais sangrenta da época da conquista em território americano, os espanhóis construíram sobre ela uma nova cidade. O epicentro asteca esteve encoberto por quatro séculos e 13 edifícios coloniais. Somente em 1978, funcionários da companhia de energia elétrica descobriram a construção pré-hispânica.

O Templo Mayor era um edifício sagrado. Foi construído no miolo de Tenochtitlán, onde, segundo o mito de origem daquele povo, os astecas teriam visto uma águia pousada em cacto com uma serpente presa ao bico. A imagem, adotada como brasão nacional do México, indicava na mitologia asteca o ponto exato onde eles teriam de construir sua capital.

Separe duas horas para conhecer o sítio arqueológico, que compreende construções dedicadas a Huitzilopochtli, deus da guerra; a Tlaloc, deus da chuva; e a Xochipilli, deusa do amor e das artes. No museu do sítio há cerca de 7 mil peças encontradas nas escavações. Funciona de terça a domingo (9h às 17h). Os ingressos custam 59 pesos mexicanos (R$ 11).

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