Poppy Delevingne explora o lado obscuro de Daphne na nova temporada de ‘Riviera’
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Se é para sofrer, que seja em uma praia ensolarada da Costa Azul francesa e com uma taça de champanhe na mão. Esse parece ser o lema de Daphne Eltham, a elegante personagem de Poppy Delevingne, 34, na terceira temporada de “Riviera”, que estreia nesta terça-feira (8), a partir das 22h15, no canal pago Fox Premium…

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Se é para sofrer, que seja em uma praia ensolarada da Costa Azul francesa e com uma taça de champanhe na mão. Esse parece ser o lema de Daphne Eltham, a elegante personagem de Poppy Delevingne, 34, na terceira temporada de “Riviera”, que estreia nesta terça-feira (8), a partir das 22h15, no canal pago Fox Premium 2.
A atriz, que se juntou ao elenco da série na segunda temporada, diz que a personagem não é mais tão inocente quanto antes. “Vamos ver Daphne se envolver em mentiras, equívocos e corrupção”, diz a atriz em entrevista concedida ao F5 pela Fox. “Para dizer de um jeito bem direto, vamos ver ela entrar um pouco no seu lado obscuro e, como atriz, isso é uma aventura muito legal.”
“Os acontecimentos da segunda temporada repercutiram muito fortemente nela e isso a tornou uma sombra da antes extasiante mulher que era”, avala. “O elemento de lealdade que havia nela foi ofuscado, como muitas coisas em ‘Riviera’, e ela é tragada para baixo, para uma bolha do mal que a envolve.”
“Ela não está mais casada com Raafi (Alex Lanipekun) e está de férias na ensolarada St. Tropez para viver um novo capítulo de sua vida com seu irmão gêmeo, Nico (Jack Fox)”, explica. “Ela está um pouco descontrolada e vocês vão vê-la definhar.”
Mesmo assim, a personagem não deixou o glamour característico de lado. “A primeira vez que vemos Daphne na temporada ela está em um bar na maravilhosa praia de Pampelonne, com um drinque na mão e um novo amante nos braços”, adianta. “Chique como sempre, parecendo um pouco uma vitrine de marcas e muito estilosa. Você ainda vê charme e brilho nela, mas também uma pessoa um pouco fragilizada, machucada e vulnerável.”
A relação entre ela e a Georgina (Julia Stiles) dará uma estremecida nesta temporada. As duas personagens se conheceram no começo da segunda temporada, quando Daphne resgata a protagonista após o barco dela ser atingido por uma tempestade. Porém, até gratidão de amiga tem limites.
“Essas mulheres fortes e poderosas passaram juntas por tanta coisa na segunda temporada que a conexão entre elas não se abalará na terceira”, desconversa a atriz. “Mas, como tudo em ‘Riviera’, as coisas mudam muito, e só ao longo dos episódios será possível ver como o relacionamento entre elas vai se modificar, evoluir e até desvanecer.”
“Dá para ver uma conexão forte entre elas”, diz. “O único problema é que tanto a mãe de Daphne quanto Nico enganam Georgina ao longo da série, o que obviamente vai causar alguns efeitos na relação das duas. Elas sabem que Nico é um assassino e Daphne sabe que há um elemento sombrio na própria Georgina.”
“Com o passar do tempo, Georgina deixa o caos que era sua vida na Riviera para começar de novo, mas Daphne escolheu ficar ao lado de Nico e deixar todas as outras pessoas fora disso, o que faz com que o relacionamento fique extremamente tóxico entre eles”, conta.
O figurino elegantérrimo de Daphne empolga Poppy, que na vida real é irmã da modelo e também atriz Cara Delevingne, 28. Ela conta que essa mudança na personalidade da personagem vai se refletir no guarda-roupas, no qual há peças de grifes como Ralph Lauren, Alexander McQueen, The Vampire’s Wife e Zimmermann.
“Na temporada passada, o figurino da Daphne tinha muita silhueta marcada, era bem menininha. Havia muitos tons pasteis e estampas floridas”, avalia “Nesta temporada, as roupas evoluíram. Há algo um pouco mais ousado nas roupas dela, que são reflexo da própria evolução da personagem.”
Claro que um guarda-roupas assim é um sonho, mas a vida boa dos personagens da série não é algo que a atriz considera que seja livre de consequências. “Nós filmamos em St. Tropez, que é um lugar associado como polo de dinheiro e fortunas”, lembra. “Mas todo esse dinheiro, a vida luxuosa e tal, não traz necessariamente felicidade. Criou um monstro em quase todos os personagens, o que os faz inevitavelmente mais infelizes, equivocados e ainda cria uma situação caótica.”
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