Por dentro do estilo escandivano

Escrivaninha do casal com destaque para a poltrona desenhada pela arquiteta Patricia Urquiola Marcelo Lima/Estadão Caracterizado pela simplicidade de formas, minimalismo de composição e apego à funcionalidade, o estilo de decoração que se convencionou chamar de escandinavo surgiu na década de 1950, simultaneamente na Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia. Países que, por experimentarem longos invernos […]

Escrito por: Marcelo Lima1 min de leitura
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Escrivaninha do casal com destaque para a poltrona desenhada pela arquiteta Patricia Urquiola

Marcelo Lima/Estadão


Caracterizado pela simplicidade de formas, minimalismo de composição e apego à funcionalidade, o estilo de decoração que se convencionou chamar de escandinavo surgiu na década de 1950, simultaneamente na Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia.

Países que, por experimentarem longos invernos e relativa escassez de luz solar, impõem um desafio de dupla ordem a seus designers e arquitetos: a eles cabe criar não apenas ambientes com condições de luminosidade aprimorada, mas, igualmente, acolhedores.

Assim, avessa a ornamentos e tendo como pano de fundo o conceito de que beleza e funcionalidade são indissociáveis, uma casa tipicamente escandinava tem nos brancos, beges e azuis seus tons dominantes. E nas matérias-primas naturais – sobretudo a madeira, os couros e as peles -, a base de seus móveis e objetos.

Outra característica marcante é a presença de um único elemento de destaque – um tapete, uma cortina ou uma divisória – com colorido vibrante ou exibindo grafismos acentuados, capaz de servir de contraponto a todo rigor de seu entorno.

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