Queenstown: a capital dos esportes de aventura
Ponte de onde se salta de bungy jump de 43 metros na Nova Zelândia Divulgação Em Queenstown é considerada a capital dos esportes de aventura na Ilha Sul da Nova Zelândia. Na Ilha Norte, contudo, a adrenalina mora em Rotorua – os “kiwis”, como são chamados os neozelandeses, até a apelidaram de Rotovegas, uma referência não […]


Ponte de onde se salta de bungy jump de 43 metros na Nova Zelândia
Divulgação
Em Queenstown é considerada a capital dos esportes de aventura na Ilha Sul da Nova Zelândia. Na Ilha Norte, contudo, a adrenalina mora em Rotorua – os “kiwis”, como são chamados os neozelandeses, até a apelidaram de Rotovegas, uma referência não a cassinos (que não existem por lá), mas às diversões proporcionadas.
A partir dessa premissa, o Agroventures (agroventures.co.nz) pode ser considerado, digamos, um Bellagio local, com aventuras de tipos variados (preços a partir de NZ$ 49 ou R$ 97). Foi lá que tive, de fato, a experiência mais radical da viagem. O Swoop proporciona um mergulho em queda livre a 40 metros de altura, seguido por balanços pendulares que fazem você acelerar de 0 a 130 quilômetros por hora em um segundo e tiram o fôlego de qualquer pessoa. Você com certeza já deve ter visto um – o falecido, simpático e pouco glamouroso Playcenter tinha sua versão.
Outras opções são o bungy jump de 43 metros, um passeio de jet boat em alta velocidade e o Freefall Extreme, que reproduz a queda livre de um salto de paraquedas com a ajuda de um motor V12 que despeja vento por baixo do seu corpo, permitindo que você flutue.
Mas, inédito mesmo é o Shweeb: trata-se de uma espécie de bicicleta, envolta por uma cápsula, pendurada num monotrilho, cuja velocidade pode chegar a 45 km/h.
Sim, os neozelandeses não se constrangem ao inventar atrações. Algumas são adaptações de brincadeiras infantis e podem parecer bobocas – e talvez por isso mesmo funcionem tão bem. Entram nessa categoria o Ogo ou Zorb – despencar do alto de uma colina dentro de uma bola de plástico, com ou sem um pouco de água dentro. Por algum motivo, rodar tanto e se sentir dentro de um desenho do Pica Pau desencadeia surtos de riso. Desnecessário dizer que as crianças soltam vários “de novo, de novo” a cada descida.
Sobre as árvores. As opções de arvorismo e tirolesa proliferam no país. Uma das melhores é o Rotorua Canopy Tours (canopytours co.nz), associado a um projeto conservacionista. Uma parte do valor do ingresso é destinada à conservação de uma área de 500 hectares, que tem a meta de devolver a floresta ao estado em que se encontrava há 800 anos, quando a Nova Zelândia começou a receber visitantes humanos, os polinésios.
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