Rastro da Serpente: de Capão Bonito (SP) à Curitiba (PR)

Rastro da Seprente “separa meninos dos homens” pelas curvas sinuosas Blog Eu Vô Só O apelido de Estrada da Morte que a Régis Bittencourt (BR-116) ganhou por causa de acidentes graves pode tornar a viagem para o Sul do Brasil menos atrativa. Mas há uma alternativa turística para motociclistas chamada Rastro da Serpente. Os mais […]

Escrito por: Natália Cacioli2 min de leitura
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Rastro da Seprente “separa meninos dos homens” pelas curvas sinuosas

Blog Eu Vô Só


O apelido de Estrada da Morte que a Régis Bittencourt (BR-116) ganhou por causa de acidentes graves pode tornar a viagem para o Sul do Brasil menos atrativa. Mas há uma alternativa turística para motociclistas chamada Rastro da Serpente. Os mais experientes dizem que essa estrada “separa os meninos dos homens”, pois as curvas exigem habilidade e cautela, e o tempo de viagem, resistência.

Rastro da Serpente é o apelido das sinuosas SP-250 e da BR-476, que ligam Capão Bonito (SP) a Curitiba (PR). O tráfego de veículos é baixo, mas a pista não é duplicada e não tem acostamento. Em alguns trechos, principalmente entre Capão Bonito e Ribeira, a estrada tem muitos buracos e é preciso ir devagar.

O melhor é que esta viagem seja feita em grupo. Duas ou mais motos em formação ocupam o lugar de pelo menos um carro e inibe manobras perigosas de outros motoristas. E caso ocorra algum problema, é mais fácil obter ajuda, já que a distância entre uma cidade e outra nessa rodovia é grande.

A viagem começa na Castelo Branco (SP-280) até Sorocaba (saída 78). Na Rodovia Senador José Ermírio de Moraes (Castelinho), saia para Votorantim; depois, siga para a Raposo Tavares (SP-272) até Capão Bonito. Até esse ponto são 230 quilômetros. É preciso parar para comer e abastecer a moto. O próximo trecho tem 98 quilômetros e vai até Apiaí, onde é possível pernoitar. Dali, restam 165 quilômetros até Curitiba.

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