Ana Sátila conquista ouro inédito para o Brasil no Mundial de Canoagem Slalom
Ana Sátila conquistou um ouro inédito para o Brasil na prova do K1 extremo do Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, neste domingo, no Parque Radical de Deodoro, no Rio de Janeiro. Essa é a primeira medalha de ouro em campeonatos mundiais sênior na história da canoagem brasileira. “Estou muito feliz. Foi uma das provas mais difíceis que já…

Ana Sátila conquistou um ouro inédito para o Brasil na prova do K1 extremo do Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, neste domingo, no Parque Radical de Deodoro, no Rio de Janeiro. Essa é a primeira medalha de ouro em campeonatos mundiais sênior na história da canoagem brasileira.
“Estou muito feliz. Foi uma das provas mais difíceis que já participei. O contato é grande, acontece até de machucar. As rivais são muito boas. A prova é longa. Começou no início da tarde. A posição de largada era ruim e foi difícil entrar na prova. Depois, foi só na garra e pensando na vitória”, revelou a atleta de 22 anos.
Nas oitavas e quartas de final do Mundial, Sátila esteve entre os três melhores tempos e exibiu bons desempenhos. Já na semifinal, a brasileira encontrou mais dificuldades, mas conseguiu passar para a fase decisiva da competição.
O domingo não começou bem para a brasileira. Ana havia se classificado com o terceiro tempo na final do C1, mas falhou na decisão e ficou fora do pódio. Porém, durante a tarde, o fim foi diferente e ela se tornou campeã.
Agora, Ana Sátila participará de uma seletiva brasileira e depois para o Pan-Americano de Canoagem Slalom, ambos no Brasil. Em 2019, Ana defenderá o seu título nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, e em setembro a brasileira terá seu momento mais importante neste atual ciclo olímpico: disputará o Mundial na Espanha e o competição será qualificatória para os Jogos de Tóquio-2020.
No sábado, na semifinal do K1, Pepê Gonçalves cometeu uma penalidade e ficou fora da final da prova. Nos Jogos do Rio, em 2016, o brasileiro conseguiu o sexto lugar, melhor resultado do país em Olimpíada. O Brasil não teve representantes na decisão do C1 masculino.
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