Carmona do Chile diz: “queremos vencer e buscar a 1ª posição”
Nas apostas preliminares, Holanda e Espanha eram as principais favoritas para avançar às oitavas de final da Copa do Mundo no Grupo B, mas o prognóstico se confirmou apenas pela metade. A seleção espanhola, atual campeã do mundo, sucumbiu diante do Chile do técnico Jorge Sampaoli.


Vargas comemora gol diante da Espanha
Getty Images/Fifa
Nas apostas preliminares, Holanda e Espanha eram as principais favoritas para avançar às oitavas de final da Copa do Mundo no Grupo B, mas o prognóstico se confirmou apenas pela metade. A seleção espanhola, atual campeã do mundo, sucumbiu diante do Chile do técnico Jorge Sampaoli.
“Eliminar o campeão é um fato que não deve ser subestimado”, declarou o meia chileno Carlos Carmona à FIFA. “Demonstramos que podemos jogar em alto nível contra qualquer rival. Já tínhamos mostrado isso em amistosos anteriores, mas claro que não é a mesma coisa. Além disso, creio que serviu para que nós nos conscientizássemos de que podemos lutar no mais alto nível.”
O jogador de 27 fez uma análise minuciosa da atuação chilena. “Fizemos uma excelente partida em todos os aspectos e soubemos aproveitar as debilidades do adversário. Conseguimos os três pontos que nos classificaram e, além disso, foi um jogo histórico para o nosso país. Jogamos muito bem desde o primeiro minuto e acabamos a partida ainda melhor. Estamos orgulhosos, foi uma emoção indescritível.”
Carmona só entrou em campo nos últimos minutos do emocionante duelo disputado no Maracanã, mas o papel de suplente não o incomoda. Aliás, o meia da Atalanta, da Itália, até defende a importância dos atletas que ficam no banco. “Esperamos que seja um Mundial longo para nós, por isso todos devem estar preparados”, explica. “Temos um time titular com jogadores importantes, mas os reservas também estão treinando bastante, com muita intensidade. Desse modo, quando entram, estão prontos para manter o nível.”
A estratégia do técnico Sampaoli obriga os jogadores a exercerem muita pressão em todos os setores do campo e também a imprimirem velocidade no ataque. Ou seja, são 90 minutos de puro sacrifício que exigem um grande esforço físico dos atletas. “Há tempos jogamos com esse estilo e não devemos mudá-lo”, destacou Carmona, que esteve na equipe chilena que disputou o Mundial de 2010. “É a filosofia do nosso treinador e a praticamos a cada dia.”
Evitar o Brasil?
Na África do Sul 2010 e na França 1998, o carrasco do Chile nas oitavas de final foi o Brasil. Nesta Copa, a possibilidade de uma terceira edição do duelo é grande. E, pelas experiências anteriores, não seria nada estranho caso os chilenos queiram evitar um adversário que, para piorar, dessa vez joga em casa.
“O adversário que vier será uma consequência do nosso rendimento”, ressalta Carmona. “O Brasil é um rival muito difícil, mas a Espanha também era e a Holanda também será. São equipes tradicionais com jogadores incríveis, mas eu não diria que queremos evitar o Brasil. Primeiro, queremos derrotar os holandeses, o nosso próximo oponente. Depois disso pensaremos no que vier.”
Após derrotar a equipe campeã do mundo, o Chile agora terá pela frente a vice-campeã Holanda. “É uma grande equipe, com bons jogadores em todos os setores”, aponta o meia. “Precisamos fazer uma boa preparação. Espero que seja uma grande partida e que possamos ganhar o três pontos para ficar com a primeira posição da chave.”
(* com informações do site da Fifa)
LEIA TAMBÉM:
#CopaMeon: envie seu amor e sua torcida para a seleção brasileira
Acompanhe a tabela de jogos da Copa 2014
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
