Era uma vez na América
Jazz, racismo, violência e política estão no mesmo caldeirão em New Thing (Conrad, 2008), do italiano Wu Ming 1. Um relato intrigante dos anos 60 na América, unindo depoimentos que simulam uma confusão entre narradores e personagens. Ao mesmo tempo em que surpreendente, Ming não resiste aos clichês, com Martin Luther King liderando os protestos […]

Jazz, racismo, violência e política estão no mesmo caldeirão em New Thing (Conrad, 2008), do italiano Wu Ming 1. Um relato intrigante dos anos 60 na América, unindo depoimentos que simulam uma confusão entre narradores e personagens.
Ao mesmo tempo em que surpreendente, Ming não resiste aos clichês, com Martin Luther King liderando os protestos contra a guerra do Vietnã, Stokely Carmichael disseminando a filosofia Black Power, e a facção “Panteras Negras” invadindo Newark e Detroit.
No bairro negro do Brooklyn, por exemplo, uma misteriosa série de assassinatos mobiliza a comunidade, já que em poucos meses, são mortos alguns dos maiores representantes do free jazz (vanguarda negro-musical dos anos 60), em crimes supostamente motivados por ódio racial.
Isto é New Thing, retrato de uma sociedade efervescente e emblemática, que, a partir dos anos 60, debruçaria seus tentáculos culturais pelo mundo.
Posts Relacionados

Instituto Athlon representa São José em Mundial na Holanda

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai
