Federação de Golfe admite preocupação com Rio/2016
O presidente da Federação Internacional de Golfe, Peter Dawson, admitiu nesta quinta-feira preocupação com o atraso na construção do campo que será utilizado para a disputa da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Ele ressaltou que “não está satisfeito” com o andamento das obras. Os Jogos de 2016 marcam a volta do golfe ao…

O presidente da Federação Internacional de Golfe, Peter Dawson, admitiu nesta quinta-feira preocupação com o atraso na construção do campo que será utilizado para a disputa da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Ele ressaltou que “não está satisfeito” com o andamento das obras.
Os Jogos de 2016 marcam a volta do golfe ao programa olímpico, depois de duas participações anteriores nas edições de 1900 e 1904. Mas a construção do campo no Rio vem sofrendo com atrasos, principalmente por causa da disputa judicial pelo terreno escolhido para abrigar a instalação na Barra da Tijuca.
“Estive lá recentemente e, enquanto o desenho do campo parece ser realmente bom, o progresso na construção não está como gostaríamos”, disse Peter Dawson, em entrevista nesta quinta-feira na Grã-Bretanha. Ele ressaltou, no entanto, a confiança de que tudo estará pronto para a Olimpíada.
Depois da longa disputa judicial para utilização da área escolhida, as obras de construção do campo de golfe começaram em março do ano passado, com a limpeza do solo e a posterior terraplenagem do terreno. Mas Peter Dawson não acredita que a expectativa de conclusão agora em 2014 seja cumprida.
O dirigente avaliou que será “difícil” conseguir organizar, conforme planejado, um torneio de evento-teste no ano que vem no campo do Rio. “Foram tantas revisões no projeto que é duro dizer o quanto falta para terminar as obras”, explicou o presidente da Federação Internacional de Golfe.
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
