Festival Satyrianas terá dança da Cia. Base no alto de prédios
Olhe um pouco mais para cima. O palco da Cia. Base costuma estar bem longe do chão. Há mais de 10 anos, o grupo vem desafiando a arquitetura de pontes e prédios em suas performances. O diálogo travado com as estruturas urbanas desloca os bailarinos dirigidos por Cristiano Cimino para vivenciarem uma outra experiência com a gravidade. Com…

Olhe um pouco mais para cima. O palco da Cia. Base costuma estar bem longe do chão. Há mais de 10 anos, o grupo vem desafiando a arquitetura de pontes e prédios em suas performances. O diálogo travado com as estruturas urbanas desloca os bailarinos dirigidos por Cristiano Cimino para vivenciarem uma outra experiência com a gravidade.
Com coreografia de Suzi Arruda, Arranha Céu ganhará o alto dos edifícios da Praça Roosevelt. Será a segunda participação da companhia no festival Satyrianas, promovido pelo grupo Os Satyros entre quinta-feira, 19, e domingo, 22.
Antes disso, a abertura será feita pela escola de samba Vai-Vai, campeã paulista em 2015 com o enredo que homenageou a cantora Elis Regina. Em 2016, ela homenageia o povo francês com o samba Je Suis Vai-Vai, Bem-Vindos à França.
Na programação, há a experiência sensorial do Sensus, grupo que cria performances a fim de estimular os cinco sentidos do espectador. Na edição de 2012, o grupo apresentou Sensus Hot, uma interação que utilizava objetos como penas, algemas e poesia erótica para despertar a sensualidade.
Nessa edição, o coletivo traz espetáculos para adultos e crianças. Em Kinesis, os atores vendam os olhos do público enquanto declamam textos. Para as crianças, O Pequeno Príncipe ganha o mesmo formato, com trechos do clássico de Antoine Saint-Exupéry.
Na agenda de literatura, a Balada Literária, que tem curadoria do escritor Marcelino Freire, faz adaptação de Big Jato, de Xico Sá, por Morgana Kretzmann.
A comédia traz o ator Diogo Camargos na história de um menino e sua percepção de mundo a partir da boleia do caminhão de seu pai, um limpa-fossas chamado Big Jato.
A aventura se passa no Vale do Cariri, no Ceará, durante os anos 1970. A encenação ganha o olhar do garoto em passagem para vida adulta.
O festival também se estende para a Igreja da Consolação com a apresentação de 120 vozes do coral da Cidade de São Paulo na peça Paixão Segundo São Lucas, com regência de Luciano Camargo.
EXPOSIÇÃO
O projeto Acervo Vivo reúne registros audiovisuais sobre expressões artísticas de imigrantes em São Paulo. A exposição no Bar Bambolina cria um mosaico de tradições trazidas de diversas comunidades para a cidade.
ESPORTE
A Praça Roosevelt receberá professores do coletivo Skate Educa para ensinar a modalidade.
Teatro
Cenas curtas são apresentadas dentro de automóveis. Em meio ao trânsito de São Paulo, as peças percorrem dramas urbanos.
MÚSICA
Inspirados na era vitoriana, os músicos da banda O Incrível Mundo de Din Rose se vestem com figurinos especiais. Em seu repertório, canções do álbum Incredible World.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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