“Hapiness is a warm puppy” – Pure no Estúdio Showlivre 2015
Apresentando seu disco Control, a banda paulistana Pure apresentou seu rock com influências de post-punk e indie rock no Estúdio Showlivre, ao vivo, dia 16 de abril de 2015. Site oficial: http://bit.ly/1IolTQu Página no Facebook: http://on.fb.me/1IolPju #Confira a playlist com os clipes em HD da session da Move Over no Estúdio Showlivre: http://bit.ly/1qgQ6U5 #Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre #Siga-nos no Twitter: https://twitter.com/showlivre #Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre #E tem muito + do Pure no showlivre.com: http://bit.ly/1IiNK2f +Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/ Perfil: “São Paulo meets Nova York em 1975” O inglês impecável na voz escorregadia de Bela Fern e a guitarra rápida e ameaçadora de Icaro Scagliusi transportam o ouvinte a outros tempos, outras cidades, numa viagem entre o pós-punk de Siouxsie & The Banshees, do final dos anos 70, e o indie rock de PJ Harvey, nos anos 90. A bateria de Ricardo Shalom, por exemplo, foi inspirada na sonoridade punk dos Stooges. Todo concebido na base do “do it yourself”, o álbum começou a tomar forma em 2012, quando a banda se juntou. São nove faixas autorais, assinadas por Bela e arranjos, além da guitarra e dos teclados, dele. Bela batizou a banda com o nome da intro do primeiro disco da cantora britânica Siouxsie Sioux and The Banshees, “The Scream” (1978), um dos símbolos do pós-punk. “É como uma homenagem a toda essa estética que eles criaram”, explica a vocalista, que também cita como principais referências Joy Division, The Kinks, David Bowie, Led Zeppelin, Pixies, Smashing Pumpkins, Iggy Pop e Lou Reed.

Apresentando seu disco Control, a banda paulistana Pure apresentou seu rock com influências de post-punk e indie rock no Estúdio Showlivre, ao vivo, dia 16 de abril de 2015.
Site oficial: http://bit.ly/1IolTQu
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Perfil:
“São Paulo meets Nova York em 1975”
O inglês impecável na voz escorregadia de Bela Fern e a guitarra rápida e ameaçadora de Icaro Scagliusi transportam o ouvinte a outros tempos, outras cidades, numa viagem entre o pós-punk de Siouxsie & The Banshees, do final dos anos 70, e o indie rock de PJ Harvey, nos anos 90. A bateria de Ricardo Shalom, por exemplo, foi inspirada na sonoridade punk dos Stooges.
Todo concebido na base do “do it yourself”, o álbum começou a tomar forma em 2012, quando a banda se juntou. São nove faixas autorais, assinadas por Bela e arranjos, além da guitarra e dos teclados, dele.
Bela batizou a banda com o nome da intro do primeiro disco da cantora britânica Siouxsie Sioux and The Banshees, “The Scream” (1978), um dos símbolos do pós-punk. “É como uma homenagem a toda essa estética que eles criaram”, explica a vocalista, que também cita como principais referências Joy Division, The Kinks, David Bowie, Led Zeppelin, Pixies, Smashing Pumpkins, Iggy Pop e Lou Reed.
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