Manias podem garantir vitória da seleção e até prever campeão da Copa
Que o brasileiro tenta garantir a sorte da seleção brasileira na Copa do Mundo, todos sabem. Usar a mesma camisa durante os jogos e assistir as partidas na mesma televisão são algumas das superstições comuns entre torcedores, mas quais são as maneiras inusitadas que ‘trazem’ sucesso ao time durante a maior competição de futebol do mundo?


Caio Teixeira (à esquerda) e Rafael de Oliveira estão em torcidas diferentes
Arquivo pessoal
Que o brasileiro tenta garantir a sorte da seleção brasileira na Copa do Mundo, todos sabem. Usar a mesma camisa durante os jogos e assistir as partidas na mesma televisão são algumas das superstições comuns entre torcedores, mas quais são as maneiras inusitadas que ‘trazem’ sucesso ao time durante a maior competição de futebol do mundo?
Fanático pela seleção brasileira desde que entrou em campo, no estádio do Morumbi em 2007, de mãos dadas com o lateral direito da equipe antes do confronto com o Uruguai, o pindamonhangabense Caio Teixeira tem uma mania curiosa.
“Com 10 anos entrei em campo com Maicon e fiquei empolgado com a seleção! Em todos os jogos me visto de jogador dos pés à cabeça. 75% da minha vida é futebol e me sinto dentro de campo quando estou com o traje”, conta.
A tradição de Teixeira deu certo em 2002, quando os brasileiros se consagraram campeões com dois gols de Ronaldo Fenômeno na final entre Brasil e Alemanha na Copa do Japão.
“Em 2002 eu estava com a camisa 9 do Ronaldo e o Brasil foi campeão com dois gols dele. Senti que deu certo e adotei a tática”, completa.
Mãe Diná?
Já Rafael de Oliveira, mostra confiança antes do Mundial começar. Desde 1998, quando disse que a França seria campeã (o time de Zidane derrotou o Brasil em um jogo traumático), o rapaz de 21 anos cravou todos os campeões da competição.
“Desde a Copa da França, todas as vezes que compro o álbum do torneio, a primeira seleção que completo com todas as figurinhas é campeã”, garante. O problema é que, em 2014, a primeira seleção completa no álbum de Oliveira é o grande arquiinimigo brasileiro.
“Este ano cravei que vai ser a Argentina. Podem me matar agora [risos]”, brinca o taubateano que afirma que ainda assim vai torcer pelo Brasil.
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