Marcação forte é a característica principal da seleção de Scolari

Desde que Luiz Felipe Scolari assumiu a seleção brasileira, ficou claro que algo deu errado com no resultado de 0 a 0 com o México. Em 24 jogos no comando da equipe, foram apenas dois jogos sem marcar gols. A primeira foi no amistoso contra a Suiça, quando o time perdeu por 1 a 0.

Escrito por: Do Meon*2 min de leitura
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Luiz Felipe Scolari prioriza a marcação no estilo de jogo

Getty Images/Portal da Copa

Desde que Luiz Felipe Scolari assumiu a seleção brasileira, ficou claro que algo deu errado no resultado de 0 a 0 com o México. Em 24 jogos no comando da equipe, foram apenas dois jogos sem marcar gols. A primeira foi no amistoso contra a Suiça, quando o time perdeu por 1 a 0.

No dia em que as finalizações não estejam calibradas, que os destaques individuais não joguem bem; que o goleiro adversário jogue bem, como Guillermo Ochoa fez na terça-feira (17) em Fortaleza, a principal característica do grupo de Felipão continua sendo a marcação.

“Já faz parte do nosso perfil. É uma característica do futebol de hoje e que nosso time faz muito bem: todo mundo ataca e defende. É uma evolução que vem acontecendo e que jogadores como o Oscar e o Neymar, que jogam na Europa, aprenderam bem. Têm dias em que a bola não entra; pode acontecer. Mas, se a gente não deixar o adversário marcar, já é uma grande passo para, de alguma forma, dar um jeito de ganhar o jogo”, diz o zagueiro David Luiz ao site da Fifa.

Todos defendem
Na seleção brasileira, não importa em qual posição você joga. Quando a equipe perde a bola a função é ajudar o time a roubá-la de volta.

“Virou uma característica fundamental mesmo. A gente vem fazendo isso desde a Copa das Confederações. Não é só porque não conseguimos marcar os gols que temos que desarmar tudo atrás. Até para que a gente tenha mais chances de atacar: precisar estar tudo sempre armadinho, para tentarmos recuperar a bola o mais rápido possível”, explica Neymar à Fifa.

Parece papo de técnico, não de craque camisa 10, mas esse é o diferencial. Tanto o discurso, quanto dentro de campo continuam funcionando mesmo quando a partida exige mudanças e adaptações, como foi a diante dos mexicanos.

(*com informações da Fifa)

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