Moral falida
Eliot Spitzer, que renunciou ao cargo de governador do estado de Nova York, ficou conhecido por sua atuação agressiva contra a máfia da prostituição estadunidense. Mas logo descobriu-se que o ex-governador era freguês de uma rede de programas de luxo, e que recorria ao estelionato para ocultar o pagamento de seus encontros. O fato ganhou […]

Eliot Spitzer, que renunciou ao cargo de governador do estado de Nova York, ficou conhecido por sua atuação agressiva contra a máfia da prostituição estadunidense. Mas logo descobriu-se que o ex-governador era freguês de uma rede de programas de luxo, e que recorria ao estelionato para ocultar o pagamento de seus encontros.
O fato ganhou a primeira página dos jornais em todo mundo. Quem poderia acreditar em tamanha hipocrisia? A resposta veio fácil, muito bem analisada por ContardoCalligaris, psiquiatra e colunista da Folha de São Paulo.
“Um moralizador, do nível de Spitzer, desconta nos outros os impulsos que são seus e que não consegue dominar. Ou seja, todo moralizador é, por excelência, um homem de moral falida”.
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
