Nostalgia e velocidade, clipe e os fãs – Mango Trip no Estúdio Showlivre 2015
Apresentando seu álbum de estreia, o quarteto Mango Trip mostrou sua mistura de hard rock, blues e rock de garagem ao vivo no Estúdio Showlivre, dia 3 de março de 2015. #Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre #Siga-nos no Twitter: https://twitter.com/showlivre #Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre +Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/ Perfil: Nascida de infinitas jams sessions e pesquisas intermináveis em vinis de época, o quarteto formado por Henrique Luna (Vocal/Guitarra), Fabiano Medrano (Guitarra/Backing Vocal), Bal (Baixo) e Birú (Bateria) toca um vigoroso rock influenciado por grandes nomes de vários estilos. Há quem possa se assustar com o trabalho de estreia dos meninos, o disco independente Coffeebreak (2014). Músicas longas, passando os 5 minutos, disco com mais de uma hora de duração, canções em inglês… E não só aí mora a ousadia. Juntar tantas influências dentro da cena brasileira é difícil, principalmente curar um groove Funkadelic com guitarras The Who, vozes hard rock e riffs de Muddy Waters, tornando tudo isso atual, repaginando o rock e reverenciando seus grandes nomes – papel importante e nunca negado pela Mango Trip.

Apresentando seu álbum de estreia, o quarteto Mango Trip mostrou sua mistura de hard rock, blues e rock de garagem ao vivo no Estúdio Showlivre, dia 3 de março de 2015.
#Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre
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#Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre
+Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/
Perfil:
Nascida de infinitas jams sessions e pesquisas intermináveis em vinis de época, o quarteto formado por Henrique Luna (Vocal/Guitarra), Fabiano Medrano (Guitarra/Backing Vocal), Bal (Baixo) e Birú (Bateria) toca um vigoroso rock influenciado por grandes nomes de vários estilos.
Há quem possa se assustar com o trabalho de estreia dos meninos, o disco independente Coffeebreak (2014). Músicas longas, passando os 5 minutos, disco com mais de uma hora de duração, canções em inglês…
E não só aí mora a ousadia. Juntar tantas influências dentro da cena brasileira é difícil, principalmente curar um groove Funkadelic com guitarras The Who, vozes hard rock e riffs de Muddy Waters, tornando tudo isso atual, repaginando o rock e reverenciando seus grandes nomes – papel importante e nunca negado pela Mango Trip.
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