Por Libertadores, Renato crê que folga pós-queda no Estadual vai ajudar o Santos
O volante Renato, um dos mais experientes jogadores do atual elenco santista, considerou a folga que o time ganhou no calendário após a eliminação no Paulistão diante da Ponte Preta, na última segunda-feira, como fundamental para que a equipe se prepare melhor para os próximos compromissos pela Copa Libertadores. O jogador ficou de fora dos…

O volante Renato, um dos mais experientes jogadores do atual elenco santista, considerou a folga que o time ganhou no calendário após a eliminação no Paulistão diante da Ponte Preta, na última segunda-feira, como fundamental para que a equipe se prepare melhor para os próximos compromissos pela Copa Libertadores. O jogador ficou de fora dos últimos dois treinos da equipe, mas deverá enfrentar o Independiente Santa Fe, na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), em Bogotá, pela terceira rodada do Grupo 2 da competição continental.
“Fiz um trabalho específico na academia. Esse tempo (folga na tabela) a gente vai aproveitar pra corrigir alguns erros. Sabemos que a libertadores é um campeonato difícil, complicado, e esperamos que, com esse tempo que a gente vem treinando, possamos chegar para defender a nossa primeira posição (no grupo) na Colômbia. A gente sabe que vencendo fora daremos um passo muito grande para a próxima fase. Vamos encarar esse jogo como uma decisão e esperamos voltar da Colômbia com os três pontos”, projetou Renato.
Durante a entrevista coletiva que concedeu nesta quinta, no CT Rei Pelé, Renato ainda respondeu questões sobre a eliminação do time no Campeonato Paulista para a Ponte Preta, após vitória no tempo normal por 1 a 0 e queda nas cobranças de pênaltis por 5 a 4. O jogador garantiu que o grupo está superando o trauma da queda no Estadual após oito finais consecutivas.
“A gente vai digerindo aos poucos… Mas a gente vai trabalhando no dia a dia até o próximo jogo. Claro que você tem que deixar isso de lado. Tem que esquecer o quanto antes pra poder trabalhar e chegar nas outras competições que a gente tem, que são competições importantíssimas pra nós, para que a gente possa chegar muito mais focado e procurar fazer com que essa eliminação sirva, lá na frente, de aprendizado”, revelou o volante.
Renato também lamentou a ausência do lateral-esquerdo Zeca, que foi submetido a uma artroscopia no joelho esquerdo e deverá ficar de três a quatro meses fora dos gramados.
“A gente fica triste por ele por sair assim por lesão. Sempre é complicado. Perdemos o Caju também por lesão, que era um lateral de ofício. O Jean (Mota) está se colocando à disposição, tem o Mateus. Então, o professor vai optar pelo melhor e aquele que entrar a gente vai procurar dar sempre a confiança para que possa estar atuando”, ressaltou.
O volante analisou a possibilidade da improvisação do meia Jean Mota no lugar do lateral afastado por lesão. “É claro que o Jean, por ser um meia, não tem tanto a característica tanto de marcação, mas apoia bem, finaliza bem, chuta bem. Então, pode não ter essa marcação que o Zeca tem, mas, por outro lado, tem um apoio muito bom. A gente espera que o Zeca se recupere o quanto antes e quem entrar possa dar conta do recado”, completou Renato.
TREINAMENTO – Nesta quinta-feira, sem o próprio Renato, além de Victor Ferraz e Rodrigão (ambos com amidalite), o Santos treinou no CT Rei Pelé. O treinador Dorival Júnior dividiu o grupo de jogadores em três. Enquanto dois participavam de um coletivo em campo reduzido, o terceiro trabalhava a manutenção da posse de bola em espaço curto.
O Santos volta aos trabalhos na manhã desta sexta-feira, dia em que o clube completa 105 anos de existência.
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