Presidente da FPF critica governo e não descarta acionar Justiça
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O imbróglio entre governo de São Paulo, gestão João Doria (PSDB), e FPF (Federação Paulista de Futebol) permanece. Após seguidas reuniões, o futebol paulista segue impossibilitado de ser retomado, seguindo as ordens da fase vermelha no estado. Em entrevista ao Seleção, do SporTV, o presidente da FPF, Reinaldo…

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O imbróglio entre governo de São Paulo, gestão João Doria (PSDB), e FPF (Federação Paulista de Futebol) permanece. Após seguidas reuniões, o futebol paulista segue impossibilitado de ser retomado, seguindo as ordens da fase vermelha no estado.
Em entrevista ao Seleção, do SporTV, o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, criticou as medidas impostas pelo governo, que foram ao encontro de recomendações do Ministério Público.
“Primeiro, precisamos esclarecer que o futebol sabe muito bem da situação que estamos vivendo. Não somos cegos, não somos negacionistas, a gente sabe que a situação é grave. Nós sempre defendemos a medicina e a ciência. O que deixou clubes, comissões técnicas e atletas indignados é que não foi uma decisão da ciência e da medicina, foi para atender uma recomendação do Ministério Público. Essa paralisação não tem base científica, apenas política”, disse o cartola.
O mandatário afirmou que a FPF buscará todas as alternativas possíveis para manutenção da competição e não descartou ir à Justiça para buscar soluções: “Não acho que o futebol esteja querendo passar por cima das ordens do governo. É óbvio que a Kustiça é a última das opções. Mas quem não teve um problema com um inquilino, um problema de uma batida de automóvel, um problema com o patrão, e não procurou a Justiça para mediar?”.
“Nós vivemos em uma democracia. Procurar a Justiça para encontrar solução faz parte da democracia. Não é o ideal. O futebol de São Paulo busca o diálogo sempre. Procuramos o Ministério Público e governo diversas vezes para esgotar toda forma de diálogo. Justiça é a última opção, para quando não houver nenhum outro caminho”, completou.
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