Radicado em São José, belga confia na seleção de seu país: “temos bons jogadores e muita raça para ganhar”
Com a melhor geração de futebol da sua história, a seleção da Bélgica chegou a Copa do Mundo como uma das favoritas ao título. Invicta durante as eliminatórias europeias, os belgas garantiram ainda além da vaga direta para o Mundial, o direito de ser um dos cabeças de chave do Mundial. No grupo H, tem como adversários Rússia, Coreia do Sul e Argélia.


Músico Benoit Decharneux acredita em bom desempenho da seleção da Bélgica na Copa
Francine Farfan Freitas/Divulgação
Com a melhor geração de futebol da sua história, a seleção da Bélgica chegou a Copa do Mundo como uma das favoritas ao título. Invicta durante as eliminatórias europeias, os belgas garantiram ainda além da vaga direta para o Mundial, o direito de ser um dos cabeças de chave do Mundial. No grupo H, tem como adversários Rússia, Coreia do Sul e Argélia.
Em São José dos Campos, um guitarrista belga, espera ver a seleção brilhar nos campos brasileiros. Benoit Decharneux se mudou para o Brasil ainda criança, em 1977, dois anos depois chegou ao município joseense, onde fixou residência e não saiu mais.
Construiu carreira musical com a banda Radio Galena, que já tem 15 anos de estrada, e hoje também mantém um quarteto de jazz que leva o seu nome, o Benoit Jazz Quartet. Apesar da história construída em São José, a chegada ao país não foi por um motivo positivo. “Vim para morar com os meus tios após perda dos meus pais”, lembra Decharneux.
Empolgado com o selecionado belga no Mundial, o músico verá novamente a equipe de Wilmots em campo neste domingo (22), às 13h, no Maracanã contra a Rússia. “Acredito e torço para que a Bélgica tenha uma boa atuação nesta Copa. Temos bons jogadores e bastante raça para ganhar, com destaque para o atacante Hazard e o goleiro Thibaut Courtois”, disse.
Na estreia da competição, diante da Argélia, os belgas passaram sufoco, mas venceram por 2 a 1, com o gol salvador de Driers Mertens, que saiu só aos 35 minutos da etapa final de jogo.
Entre uma palhetada e outra, Decharneux quer acompanhar todas as partidas e ainda terá uma companhia especial. “Assisti o primeiro jogo em casa e espero poder ver todos. O meu sobrinho veio da Bélgica para acompanhar a seleção nos estádios e ver pelo menos três jogos da primeira fase aqui no Brasil”, finaliza.
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