Sabella sobre a final: “É orgulho demais”

Após 24 anos, a Argentina chega a uma final de Copa do Mundo. Se a decisão não vai ser em casa, como no título de 1978, pelo menos será no Brasil, que recebe uma invasão de torcedores do país vizinho. Para o treinador da Albiceleste, Alejandro Sabella, este será um orgulho a mais em uma possível conquista do tricampeonato. O comandante foi jogador do Grêmio de Porto Alegre na década de 80 e assistiu ao título da seleção de Maradona, em 1986, em solo brasileiro.

Escrito por: Portal da Copa3 min de leitura
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Técnico da Argentina está confiante

Getty Images/Divulgação

Após 24 anos, a Argentina chega a uma final de Copa do Mundo. Se a decisão não vai ser em casa, como no título de 1978, pelo menos será no Brasil, que recebe uma invasão de torcedores do país vizinho. Para o treinador da Albiceleste, Alejandro Sabella, este será um orgulho a mais em uma possível conquista do tricampeonato. O comandante foi jogador do Grêmio de Porto Alegre na década de 80 e assistiu ao título da seleção de Maradona, em 1986, em solo brasileiro.

“O fato de estar em uma final de Copa do Mundo, representando o meu país é uma das maiores satisfações pessoal e profissional. E no país mais vencedor da história do futebol é um fato a mais. Sempre fui um grande admirador do futebol brasileiro, que é o ganhador máximo da Copa do Mundo. Então, chegar a uma final no Brasil é um fato que nos orgulha ainda mais”, comentou.

A Argentina fará o último treino antes da partida decisiva contra os alemães na noite deste sábado (12), no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. A principal dúvida na escalação do time titular é quanto a presença do atacante Dí Maria, que sentiu a coxa direita nas quartas de final contra a Bélgica e foi desfalque no compromisso seguinte. “Hoje será fundamental para vermos como vai estar o Dí Maria e como ele evoluiu. No treino teremos um panorama melhor”, analisou Sabella.

O comandante argentino também analisou a evolução da equipe durante a Copa e disse que a formação atual deu mais equilíbrio entre os setores ofensivo e defensivo. “O grande mérito é dos jogadores, que estão fazendo um grande esforço. Estamos com uma distribuição diferente no campo e ocupamos mais espaços laterais. Agora, temos tido mais equilíbrio”, destacou Sabella, para em seguida pontuar o que será preciso para superar os adversários da final de domingo.

“Temos que fazer um grande jogo, com concentração, ocupando os espaços rapidamente, sem desfazer da bola. A Alemanha tem um aspecto físico e tático muito poderoso, um sistema de jogo bem trabalhado e usa bem os espaços entre as linhas do time, com boas ultrapassagens dos laterais. Então, temos que fazer a partida perfeita”, afirmou.

Caso Dí Maria não se recupere a tempo, ou fique como opção no banco de reservas, o treinador da Argentina deve mandar a campo a mesma equipe que derrotou a Holanda nos pênaltis. Assim, a formação teria: Romero, Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia e Enzo Pérez; Messi, Lavezzi (Agüero) e Higuaín.

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