Seleção de handebol atropela a Argentina e vai à final do Pan-Americano
Pouco mais de um ano depois de passar sufoco e não passar de um empate com a Argentina nos Jogos Sul-Americanos, a seleção brasileira feminina de handebol mostrou sua superioridade. Nesta quarta-feira, desde vez sem a maior parte do time titular no título mundial, o Brasil venceu as arquirrivais por tranquilos 26 a 15 e garantiu presença na…

Pouco mais de um ano depois de passar sufoco e não passar de um empate com a Argentina nos Jogos Sul-Americanos, a seleção brasileira feminina de handebol mostrou sua superioridade. Nesta quarta-feira, desde vez sem a maior parte do time titular no título mundial, o Brasil venceu as arquirrivais por tranquilos 26 a 15 e garantiu presença na final do Campeonato Pan-Americano, que está sendo disputado em Havana.
“Estou muito feliz por transformar nosso estilo em quadra. Conseguimos defender muito bem no primeiro tempo e a Jéssica foi excelente no gol. Infelizmente o time não manteve o mesmo ritmo no segundo tempo, mas estamos felizes pelo jogo e por estarmos na final. Na hora do mata-mata, temos jogadoras experientes que fazem a diferença”, disse o técnico Morten Soubak, que estava insatisfeito com a atuação do time nos primeiros jogos do campeonato.
Mesmo jogando o Pan-Americano desfalcada da maior parte de suas principais jogadoras, focadas na final do Campeonato Romeno, o Brasil fez um primeiro tempo primoroso contra a Argentina, nesta quarta-feira, chegando a abrir 12 a 1 nos primeiros 17 minutos. Depois, foi só controlar a vantagem, que terminou nos mesmos 11 gols.
Depois de ficar de fora da campanha do título mundial, quando sofria com seguidas lesões, a armadora Jaqueline Anastácio está de volta à seleção e comanda o time em quadra em Havana. Ela elogia a campanha brasileira.
“Fomos aumentando o nível a cada jogo. Nossa meta era, quando encontrarmos um time mais forte, entrar mais concentradas e minimizar os erros. Mostramos o que o brasileiro tem de melhor, que é garra e determinação, e fizemos ótima partida. A motivação e vibração das meninas também me deram confiança para entrar bem no jogo”, diz ela.
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