Stephen King vence prêmio Edgar Award, dedicado à literatura de mistério
Mestre do terror, o best-seller Stephen King foi premiado na noite de quarta-feira, 29, como o autor do melhor romance de mistério da 69ª edição do Edgar Award, prêmio criado em homenagem a Edgar Alan Poe e que reconhece obras de autores americanos em diversas categorias. O thriller Mr. Mercedes, uma corrida contra um tempo de um detetive…

Mestre do terror, o best-seller Stephen King foi premiado na noite de quarta-feira, 29, como o autor do melhor romance de mistério da 69ª edição do Edgar Award, prêmio criado em homenagem a Edgar Alan Poe e que reconhece obras de autores americanos em diversas categorias. O thriller Mr. Mercedes, uma corrida contra um tempo de um detetive aposentado e deprimido diante de um caso não solucionado de um serial killer que vai voltar a atacar, desbancou os livros This Dark Road to Mercy, de Wiley Cash; Wolf, de Mo Hayder; The Final Silence, de Stuart Neville; Saints of the Shadow Bible, de Ian Rankin; e Coptown, de Karin Slaughter. A obra ainda não foi publicada no Brasil.
O melhor romance de estreia foi Dry Bones in the Valley, de Tom Bouman, que concorria com Invisible City, de Julia Dahl; The Life We Bury, de Allen Eskens; Bad Country, de C.B. McKenzie; Shovel Ready, de Adam Sternbergh; e Murder at the Brightwell, de Ashley Weaver.
Famosa por Gone Girl, que virou filme, Gillian Flynn ganhou na categoria conto com What Do You Do?, seu primeiro conto publicado – ele saiu na antologia Rogues, organizada por George R. R. Martin. Os outros contos finalistas eram The Snow Angel, de Doug Allyn; 200 Feet, de John Floyd; Red Eye, de Dennis Lehane e Michael Connelly; e Teddy, de Brian Tobin.
Poe-Land: The Hallowed Haunts of Edgar Allan Poe, de J.W. Ocker, ganhou na categoria crítica/biografia. Já Tinseltown: Murder, Morphine, and Madness at the Dawn of Hollywood, de William Mann, ficou com o prêmio de melhor livro sobre crime real. O melhor juvenil foi Greenglass House, de Kate Milford; e o melhor livro para ‘young adults’, The Art of Secrets, de James Klise.
Na premiação, em Nova York, Lois Duncan e James Ellroy foram homenageados como “grandes mestres”.
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