Tabárez minimiza peso de goleada sofrida pelo Japão e contém euforia no Uruguai
Embora o Uruguai tenha goleado o Equador por 4 a 0 exibindo uma grande atuação no último domingo, no Mineirão, e o Japão sido atropelado pelo mesmo placar pelo Chile, no dia seguinte, no Morumbi, o técnico da seleção uruguaia, Óscar Tabárez, minimizou o peso da derrota sofrida pelos japoneses e voltou a conter a euforia ao projetar o duelo que…

Embora o Uruguai tenha goleado o Equador por 4 a 0 exibindo uma grande atuação no último domingo, no Mineirão, e o Japão sido atropelado pelo mesmo placar pelo Chile, no dia seguinte, no Morumbi, o técnico da seleção uruguaia, Óscar Tabárez, minimizou o peso da derrota sofrida pelos japoneses e voltou a conter a euforia ao projetar o duelo que a sua equipe fará contra o time nipônico nesta quinta-feira, às 20 horas, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, pela segunda rodada do Grupo C da Copa América.
O comandante tem evitado assumir o favoritismo uruguaio ao título da competição continental e acredita que o Japão poderia ter conquistado um resultado um pouco melhor na partida diante dos chilenos em São Paulo.
“Foi um jogo onde me parece que Chile fez valer a maior experiência dos seus jogadores frente a uma seleção jovem”, ressaltou o treinador, em entrevista coletiva no estádio gremista, se referindo ao fato de que o time japonês conta com uma série de atletas novatos e que estão sendo testados nesta Copa América visando a formação da equipe olímpica que disputará os Jogos de Tóquio-2020.
E Tabárez deixou claro que precisa manter os pés no chão antes de pensar nas quartas de final, nas semifinais e até na decisão da Copa América, que será realizada no dia 7 de julho, no Maracanã. “Sempre pensamos no jogo imediato que temos a disputar. E assim vamos encarar o Japão. Queremos passar à fase seguinte e, se possível, disputar outros três jogos (até a final)”, disse o comandante.
O técnico de 72 anos de idade, que foi vice-campeão da Copa América à frente do Uruguai em 1989 – última vez que o Brasil abrigou o torneio antes de voltar a recebê-lo agora -, também lembrou que um jogo pode ser muito diferente de outro para defender a sua tese de que o Uruguai não pode se iludir com a goleada sofrida pelos japoneses.
“Todos os jogos têm a sua história e interpretações. Não é uma coisa depreciativa. No jogo pode ter havido contundência por parte de um time e outro que não converteu (gols). Os jogos se definem pelos gols que se fazem e pelos que os evitam. Todo o resto é o que abriga a grande subjetividade do futebol”, destacou o comandante.
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