Voluntários relatam experiência de atuar na final da Copa do Mundo

O sonho de participar de uma final de Copa do Mundo se realizou para os voluntários do governo federal que atuaram o Rio de Janeiro. Neste domingo (14.07), eles auxiliaram milhares de torcedores argentinos, alemães e brasileiros que iriam assistir à partida final do torneio no Maracanã, que recebeu público de mais de 74 mil torcedores.

Escrito por: Da redação2 min de leitura
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Rodrigo e Marília foram voluntários na Copa do Mundo

Pedro Oliveira/Portal da Copa

O sonho de participar de uma final de Copa do Mundo se realizou para os voluntários do governo federal que atuaram  o Rio de Janeiro. Neste domingo (14.07), eles auxiliaram milhares de torcedores argentinos, alemães e brasileiros que iriam assistir à partida final do torneio no Maracanã, que recebeu público de mais de 74 mil torcedores.

“Ajudei na orientação aos torcedores, como sinalizar os setores para onde eles deviam ir. Falo espanhol e acredito que é muito importante ajudar a torcida. Na final, assim como nos jogos anteriores, nós atuamos muito bem e conseguimos sanar diversas dúvidas. Foi tudo muito bom e ocorreu tudo na paz, graças ao trabalho em equipe”, relata Rodrigo Domingos, 24, que ficou nos arredores do estádio.

A voluntária Marília Simões, 28, atuou tanto na Copa do Mundo como na Copa das Confederações, em 2013. “A atuação foi muito diferente da Copa das Confederações. Eu vi as pessoas mais integradas neste ano. É uma pena não ver o Brasil na final, mas estamos aí trabalhando e dando o nosso melhor sempre com um sorriso no rosto e os braços abertos, como o nosso Cristo Redentor”, diz.

Para ambos os participantes, ser voluntário em um megaevento esportivo traz benefícios pessoais, como a troca cultural com diversas nacionalidades, mas também traz experiências profissionais. “Resolvi participar para enriquecer meu currículo e também estra perto desta diversidade cultural que está aqui no Rio de Janeiro. São muitas nacionalidades no entorno do Maracanã. Além do currículo, ganhei uma experiência de vida excepcional”, afirma Rodrigo.

Já Marília, destaca o ganho acadêmico que o voluntariado irá trazer. “A experiência é única. São muitas nacionalidades em pouco espaço [entorno do estádio]. Além disso, a atuação ajudará a completar uma parte acadêmica da minha faculdade. O serviço voluntário foi importante para mim como pessoa e como estudante, mas trouxe também alegria com este contato com esta bagunça maravilhosa das torcidas”, relata.

A atuação dos voluntários segue no Rio de Janeiro até segunda-feira (14.07) no Centro Aberto de Mídia (CAM) e nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont.

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