Walter deixa o Fluminense e assina com o Atlético-PR por um ano
Ao deixar o gramado do Raulino de Oliveira na última quarta-feira, na vitória por 2 a 1 sobre o Madureira, Walter disse que acabara de fazer sua última partida com a camisa do Fluminense. E nesta quinta, ficou comprovado o motivo. O jogador se reuniu com a diretoria do Atlético-PR e assinou contrato por um ano, com opção de renovação por mais…

Ao deixar o gramado do Raulino de Oliveira na última quarta-feira, na vitória por 2 a 1 sobre o Madureira, Walter disse que acabara de fazer sua última partida com a camisa do Fluminense. E nesta quinta, ficou comprovado o motivo. O jogador se reuniu com a diretoria do Atlético-PR e assinou contrato por um ano, com opção de renovação por mais duas temporadas ao fim do período.
No Atlético-PR, Walter se reencontrará com o técnico Enderson Moreira, que pediu sua contratação. Os dois editaram uma dupla de sucesso pelo Goiás em 2013, no Campeonato Brasileiro, quando o atacante foi um dos destaques da competição e viveu o melhor momento da carreira até o momento.
A contratação de Walter pelo Atlético-PR foi viabilizada pelo empresário Teo Constantin, responsável pela negociação com o Porto, que detinha os direitos do jogador. Nesta quinta, o atacante se reuniu com Teo e com Paulo Carneiro, diretor do clube paranaense, para sacramentar o acordo.
Walter havia sido contratado pelo Fluminense no ano passado, justamente após o grande destaque que teve no Goiás. No clube carioca, sofreu com a falta de espaço – era reserva de nomes como Fred e Rafael Sóbis – e com os problemas com a balança, já que praticamente não conseguiu manter seu peso ideal. No total, foram 50 partidas e somente nove gols marcados.
O atacante tinha vínculo com o Fluminense até o fim da atual temporada. Recentemente, chegou a faltar a dois treinos e os rumores sobre a ida para o Atlético-PR aumentaram, mas a diretoria se apressou em dizer que as ausências haviam sido motivadas por problemas pessoais. Mesmo após as declarações do atacante na quarta-feira, o vice-presidente de futebol, Mário Bittencourt, tentou minimizar e negou que houvesse um acordo finalizado.
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