Após ser atropelado por carro à 120 km/h, atleta joseense vai voltar a competir no Duatlon

O retorno do atleta joseense Vinícius Dumas às competições de Duatlon é uma vitória da determinação. Competidor de alto nível desde 1997, o atleta teve sua carreira interrompida após ser atropelado por um carro a 120km/h em Taubaté e sofrer séria lesão na medula. No dia 31 de agosto ele disputa a etapa válida pelo campeonato paulista que acontece em São José dos Campos.

Escrito por: João Pedro Teles2 min de leitura
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O retorno do atleta joseense Vinícius Dumas às competições de Duatlon é uma vitória da determinação. Competidor de alto nível desde 1997, o atleta teve sua carreira interrompida após ser atropelado por um carro a 120km/h em Taubaté e sofrer séria lesão na medula. No dia 31 de agosto ele disputa a etapa válida pelo campeonato paulista que acontece em São José dos Campos.

Durante os anos que se sucederam ao acidente, Dumas, que à época conciliava as competições com aulas como personal trainer, abriu uma assessoria esportiva e continuou os trabalhos como professor de educação física. Com o apoio dos alunos, treino e fisioterapia, o atleta foi aos poucos ensaiando uma volta ao cenário esportivo.

Em 2010, para cumprir a promessa que fez para um de seus alunos, também duatleta, o professor voltou a treinar para uma prova oficial do circuito brasileiro. Depois de quatro anos longe das competições, Dumas não só voltou como conseguiu índice para o mundial da categoria ao terminar etapa em quarto lugar.

“Foi uma surpresa porque fazia muito tempo que eu não competia. Mesmo assim, as dores me impediam de ter a mesma constância de antes, por isso não fui ao mundial e também passei a competir só esporadicamente”, diz.

Entretanto agora o cenário é diferente. Há dois meses Dumas treina forte e vai continuar a preparação até dias antes à prova. O fortalecimento e os treinos fizeram com que as dores não incomodassem mais.

“Agora é para valer. Vou competir na categoria 40 a 44 anos e é bom mesmo me preparar porque o nível aqui na cidade está muito forte pelo que tenho visto. Devo muito desse retorno aos meus alunos, que, em todas as horas, foram sempre o combustível de motivação que eu precisava para voltar”, afirma.

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