Seleção do Paulista de futebol feminino surge sem joseenses
A Federação Paulista de Futebol divulgou a sua seleção do Campeonato Paulista Feminino e o São José, desde que virou um dos grandes da modalidade, pela primeira vez não tem uma única jogadora entre as escolhidas. Assim como na última temporada, a Federação Paulista de Futebol anunciou a seleção do Campeonato Paulista Feminino. O evento […]

A Federação Paulista de Futebol divulgou a sua seleção do Campeonato Paulista Feminino e o São José, desde que virou um dos grandes da modalidade, pela primeira vez não tem uma única jogadora entre as escolhidas.
Assim como na última temporada, a Federação Paulista de Futebol anunciou a seleção do Campeonato Paulista Feminino. O evento de premiação está previsto para o dia 24 de outubro, data na qual também será revelada a atleta eleita como a craque da competição.
Após 142 jogos e 496 gols marcados, a seleção do campeonato foi escolhida por capitãs e técnicos (as) das oito equipes que disputaram as quartas de final da competição. O esquema tático do selecionado ficou em um 4-3-3. A artilheira da competição foi a atacante Tábatha, da Ferroviária, que balançou as redes 17 vezes.
O bicampeão Rio Preto teve uma representante no selecionado: a atacante Adriana, artilheira da equipe na competição, com 13 gols. O vice-campeão Santos e o Corinthians, que chegou até as semifinais, tiveram quatro e três atletas no selecionado, respectivamente. A seleção é completa por atletas de Ferroviária e Ponte Preta.
As relação das eleitas foi divulgada nesta semana: Goleira: Letícia (Corinthians). Lateral-direita: Katiuscia (Santos). Zagueiras: Antônia (Ponte Preta) e Carol Arruda (Santos). Lateral-esquerda: Jucinara (Corinthians). Meias: Grazielle (Corinthians), Brena (Santos) e Patrícia Llanos (Ferroviária). Atacantes: Sole Jaimes (Santos), Kerolin (Ponte Preta) e Adriana (Rio Preto). O técnico: Caio Souto (Santos).

Sem surpresas
O São José ficou sem representantes na seleção, mas já esperava por isso. A temporada não foi boa e refletiu também problemas no planejamento.
Em 2016, com os investimentos do poder público bem mais reduzidos, o time não pôde investir em boas jogadoras para a reposição de peças. As mais renomadas saíram para a Seleção Brasileira permanente ou por propostas irrecusáveis de times de outros países.
Mesmo assim, a equipe joseense foi competitiva, tanto que projetou a técnica Emily Lima, levada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para dirigir a Seleção principal.
Voltando ao clube, como coordenador da modalidade e técnico, Márcio Oliveira não teve o tempo ideal para uma pré-temporada e ainda começou o ano perdendo jogadores importantes. As zagueiras Gislaine e Bagé sofreram contusão grave e aumentaram o número de afastadas, como a meio-campista Rita Bove e o a atacante Claudinha.
Novamente com um orçamento bem enxuto e contratando jogadoras mais jovens, do tipo promessas que poderiam ou não corresponder de imediato, o São José até que cresceu com o decorrer dos jogos. No entanto, em nenhum momento conseguiu ser o mesmo das temporadas de títulos e resultados expressivos. Ficou destacadamente abaixo do nível mantido por Rio Preto, Santos, Corinthians, Flamengo e Iranduba de Manaus.
No momento, o time segue treinando para o Jogos Abertos do Interior, em novembro, no Grande ABC. Depois, antes da virada do ano, apresentará os planos e possíveis novidades sobre reforços.

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