A nova Cinderela
Esta semana fui assistir a nova adaptação de um clássico, que marcou a vida de todos nós: a Cinderela. Ao descobrir que fariam uma adaptação de Cinderela, fiquei muito ansiosa, pois algo nisso libertou a minha menininha interior. Quanto mais informações eram liberadas sobre o longa, mais animada eu ficava. As fotos dos vestidos então, […]

Esta semana fui assistir a nova adaptação de um clássico, que marcou a vida de todos nós: a Cinderela. Ao descobrir que fariam uma adaptação de Cinderela, fiquei muito ansiosa, pois algo nisso libertou a minha menininha interior. Quanto mais informações eram liberadas sobre o longa, mais animada eu ficava. As fotos dos vestidos então, nem se fale. Acho que toda menininha gosta de vestidos grandes e espalhafatosos. E talvez eu tenha invejado o sapatinho de cristal.
A história que todos nós conhecemos é contada mais uma vez, de uma forma inovadora, nessa onda de adaptações de contos de fadas em que estamos vivendo. Eu achei o filme bom. Não ótimo, não ruim. Simplesmente bom. Ele alcançou as minhas expectativas sem superá-las. A atuação para mim, se mostrou impecável. Apesar de primeiramente eu não ter apoiado a escolha de Lily James como Cinderela, achei que ela foi muito bem. As melhores atuações a meu ver foram a de Cate Blanchett como a madrasta má, pois ela representou perfeitamente a minha ideia de madrasta má, se mostrando fria e calculista, e a minha queridíssima Helena Bonham Carter, como a Fada Madrinha, apesar de eu ter me desapontado com a falta da musiquinha “Bipidi Bobidi Boo”, que é apresentada no desenho pela Fada.
Eu amei ver o baile, com todas aquelas princesas em vestidos enormes, e eu gostei do jeito em que eles mostraram a relação entre Cinderela e sua mãe de maneira mais aprofundada. Achei o filme bem adaptado, o conto foi apresentado de novo, de uma maneira mais adulta, ouso dizer, mas sem perder a sua essência de conto de fadas. Ele foi transformado de filme infantil para um filme que agrada todos os púbicos, aprofundando mais o romance entre a Cinderela e o Príncipe. Outra coisa que me chamou a atenção foi o nome novo dado a Cinderela, que nesta adaptação foi chamada de Ella.
Na verdade, eu acho que a minha parte favorita do filme foi fora do filme. Eu estou falando do curta “Frozen: Febre Congelante” que está sendo exibido junto com o filme. O curta é como um “spin-off” do filme “Frozen”. Acho que só esse curta sozinho fez valer a pena o meu ingresso.
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