A quarentena só teve impactos ruins mesmo?
Satélites da NASA e ESA detectaram a diminuição de gases poluentes na atmosfera da China, Estados Unidos, Itália e Brasil


A pandemia que estamos enfrentando fez com que o estilo de vida com o qual o mundo está acostumado tivesse que mudar. Com o início da quarentena, muitas empresas, fábricas e aeroportos foram fechados, e automóveis deixaram de circular pelas ruas.
Essas mudanças causaram a diminuição das emissões de gases poluentes e redução da poluição atmosférica. Satélites da NASA e ESA detectaram a diminuição de gases poluentes na atmosfera em países como a China, Estados Unidos, Itália e Brasil
Na China, a redução desses gases ocorreu principalmente entre janeiro e fevereiro, com redução de 50% nos índices de dióxido de nitrogênio (no2). Com a normalização das atividades e a reabertura do comércio, houve aumento da poluição, mas ela ainda está 20% abaixo dos níveis antes da quarentena.

Segundo pesquisadores da Universidade de Columbia, em Nova York (EUA), os níveis de monóxido de carbono reduziram em 50% em Nova York. O mesmo aconteceu em São Paulo, nas primeiras semanas de quarentena.
Em Veneza, Itália, além da queda de gases poluentes na atmosfera, os canais da cidade, cuja água era lamacenta, passaram a ter suas águas cristalinas graças à queda de circulação de turistas e barcos na região, permitindo até a visualização de peixes.
A população deveria aproveitar esse impulso para tomar ações que contribuam com a diminuição de emissões de gases poluente, melhorando a qualidade de vida e contribuindo com o meio ambiente.
Com supervisão de Nicole Almeida.
Apoio ao Talento:

Aluna do 8° ano do Ensino Fundamental II do Colégio Luce Prima, em São José dos Campos
