Ana

Poema produzido por aluna do Colégio Univap

Escrito por: Ingrid Vitória Latanzi Silva1 min de leitura
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Ana está devastada

A beleza do seu olhar está ocultada

Olhando ao redor é só desgraça

pessoas morrendo e ela sem casa.

O ciclone devastou tudo e agora não restou nada.

Sozinha, sem rumo, morando de favor

“Ah! Até onde vai essa dor?”

Analisando o cotidiano em meio a uma pandemia

Não vê mais sentido, sofre de paralisia

A angústia se aloja e não quer sair,

Com esse aperto no peito, quem dera um dia voltar a sorrir.

O mundo se reinventando e ela ficando

“É uma pena, mas como uma flor estou murchando‘”

Como encontrar esperança nesse corpo vazio

Se sua pele nem se importa mais com o frio?

Mas há a algo a fazer, uma solução tomar

Vamos reviver, vamos esperançar

Se não há perspectiva, vamos criar.

O substantivo é abstrato, mas a ação é física

De dentro para fora vamos transformar

O sentimento é oculto e impossível de olhar

Ana calejada pela vida só pensa em chorar

No entanto, com esperança ela vai superar

Ana quer acreditar, quer esperançar.

Das cinzas renascer e como a fênix voar.

Pois o amanhã será melhor e tudo vai passar.

Com supervisão de Nicole Almeida. 

Apoio ao Talento:

Ingrid Vitória Latanzi Silva
Ingrid Vitória Latanzi Silva

Aluna do 3° ano do Ensino Técnico em Administração - Colégio Univap - Unidade Centro - São José dos Campos

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