Cidades inteligentes: Inteligência artificial e qualidade de vida

Cidades inteligentes são as que proporcionam melhor qualidade de vida e que promovem um crescimento inclusivo e sustentável

Escrito por: Paula Cristina Dionizio Silva2 min de leitura
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Uma cidade inteligente é aquela que facilita a vida das pessoas, sempre em busca de qualidade de vida através de uma integração entre o que se entende por cidade inteligente e os aspectos relativos a viver em cidades, tais como: moradia, economia, educação, segurança, entre outros.

As pessoas também são muito importantes nesse processo, pois, segundo Mendes:

Elas devem estar no centro das ações, sendo um sujeito ativo na definição do melhor caminho a seguir, contribuindo na identificação de problemas e na definição das prioridades, em termos de soluções (MENDES, 2020, p.17).

A AI (Inteligência Artificial) contribui para a formação de uma cidade inteligente, já que através dela seriam oportunizados meios para que as pessoas obtenham maior qualidade de vida relacionados à saúde, segurança, educação, lazer, mobilidade, conectividade, participação cidadã, meio ambiente, economia, entre outros.

Os recursos tecnológicos podem ser, por exemplo, dispositivos, aplicativos e sistemas para a transmissão/recepção de dados, controle e equipamentos remotos e gestão de informação. Por fim, temos a descentralização de uma cidade, como ela vem a proposta de conectividade, acessibilidade e facilitação no dia a dia não teria apenas um centro, onde se encontra comércios com shopping, supermercados, entre outros.

Para a cidade inteligente o conceito de centralizar em apenas um local, serviços e comércios, por exemplo, seria substituído para a existência de um polo/centro de comercialização em cada bairro, fazendo com que as pessoas diminuam o uso de automóveis, contribuindo com o meio ambiente, já que tudo estará concentrado em um ponto fácil e perto para o cidadão.

Assim, as pessoas não precisarão se locomover para longe, dentre outros benefícios que viriam junto à ideia de considerar cada região/bairro, polos centrais para servir aos munícipes de cada bairro.

Com supervisão de Giovana Colela, jornalista do Grupo Meon. 

Paula Cristina Dionizio Silva
Paula Cristina Dionizio Silva

2° série A do Ensino Médio - Escola Estadual Elmano Ferreira Veloso - São José dos Campos, SP

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