Meon Jovem entrevista jogador de basquete do São Paulo

Destaque do basquete de Jacareí, Calebe Luiz, hoje com 16 anos, defende as cores do São Paulo

Escrito por: Maria Clara Aparecida e Talita Vitória Morais | EE Nilce Lima3 min de leitura
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Natural de São José dos Campos, Calebe Luiz da Silva Gonçalves começou a treinar basquete aos 10 anos de idade. O jovem conta que encontrou no basquete a solução para um problema de saúde e a paixão pelo jogo só foi aumentando porque sua avó, grande incentivadora, sempre o acompanhava nos treinos na Associação de Basquetebol de Jacareí.

Destaque nos jogos sempre com grandes atuações, logo foi observado por outros clubes e aos 14 anos foi convidado para treinar sub-16 do São Paulo. Calebe conta que não pensou duas vezes. Contratado em 2018, atua como armador no São Paulo, seu clube atual.

Nesta nova jornada, as viagens de Jacareí a São Paulo eram diárias. Calebe conta que não estava sozinho, já que seu amigo de basquete, João, foi convidado também pelo São Paulo. No início deste ano o clube ofereceu alojamento para os jogadores e, desde então, não precisam mais se deslocar diariamente entre as cidades.

Acompanhe a seguir a entrevista concedida por Calebe Luiz ao Meon Jovem:

Meon Jovem: Conte um pouco de você?

Calebe: Sou Calebe Luiz Da Silva Gonçalves, nasci em São José dos Campos. Comecei a jogar basquete com 10 anos e, aos 14 anos, fui convidado a jogar pelo São Paulo.

Meon jovem: Qual é a sua posição no basquete? Você sempre foi armador?

Calebe: Eu comecei jogando de ala e depois fui para a posição de armador, minha posição atual.

Meon jovem: Como você concilia o esporte com a escola?

Calebe: É bem difícil! Muito difícil! Porque às vezes a gente chegava tarde e cansado, e ainda tinha que fazer as tarefas, muitas vezes tinha que fazer as atividades lá no treino mesmo. Estuda quando tem tempo e treina quando tem tempo.

Meon jovem: Como foi a sua rotina na cidade de São Paulo? Você foi morar lá ou continuou morando em Jacareí?

Calebe: Quando eu fui para treinar em São Paulo eu era bem novinho, então minha mãe não me deixou ir para morar. Viajava de ônibus diariamente, treinava e depois voltava de ônibus. No início desse ano, eles (o São Paulo) montaram um alojamento, e fizeram uma proposta para morar lá e eu aceitei. Agora está mais fácil.

Meon jovem: Qual foi a sua maior dificuldade no basquete?

Calebe: No começo foi me encaixar no grupo. Mas eu não parei, treinei muito. Sempre me empenhava muito para superar essa dificuldade.

Parceria:

Com supervisão de Nicole Almeida, jornalista do Grupo Meon. 

Maria Clara Aparecida e Talita Vitória Morais | EE Nilce Lima
Maria Clara Aparecida e Talita Vitória Morais | EE Nilce Lima

Aluna do 9° ano do Ensino Fundamental II e do 2° ano do Ensino Médio da Escola Estadual Professora Nilce Conceição de Lima, em São José dos Campos

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