Nota de 2,3 milhões de reais em protesto às queimadas no Pantanal
Greenpeace cria protesto que abre os olhos de muitas pessoas para o que está acontecendo nesse bioma brasileiro

Recentemente, a ONG internacional Greenpeace criou uma nota de R$2,3 milhões com o intuito de alertar as pessoas sobre as queimadas no Pantanal. É claro que esta nota não é ‘real’, ou seja, não tem valor comercial ou econômico. Ela foi criada como uma forma de protesto contra a destruição causada ao importante bioma brasileiro.
Na nota, podemos observar o rosto da efígie Marianne (símbolo da República) coberto por fuligem, e atrás há árvores queimando. Como animal representativo, colocaram uma onça morta.
O valor da nota corresponde ao número de hectares queimados no Pantanal, que é de 2.300.000, equivalente a quase 17% do bioma. Esse lugar tem, em média, o tamanho de três milhões de estádios do Maracanã.

O Greenpeace é uma organização não governamental internacional, presente em mais de 55 países, sem fins lucrativos, e é financiada por seus apoiadores. Ela não recebe ajuda do governo ou de empresas, e seu objetivo é realizar ações não violentas, mas criativas, para denunciar ameaças ao meio ambiente e orientar os governos e algumas empresas para que adotem soluções de preservação ambiental. Ela também organiza protestos, como este do Pantanal.
Pantanal em chamas
De acordo com Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no mês de agosto deste ano, o Pantanal sofreu o segundo maior período de queimadas desde 1998.
A propagação do fogo é tão rápida que um grupo de bombeiros, para apagar os incêndios, utiliza helicópteros para pegar a água do rio e jogar nas áreas em chamas. Outros bombeiros têm que enfrentar barro e lama para chegarem ao fogo.
Assim como o protesto do Greenpeace, vários outros protestos estão acontecendo para salvar o Pantanal, seus animais e suas plantas, que podem até serem extintos.
Por isso, devemos apoiar esses protestos para ajudar o Pantanal, assinando petições online e divulgando essas ações na internet.
Parceria:

Com supervisão de Nicole Almeida, jornalista do Grupo Meon.
Alunas do 7° ano do Ensino Fundamental II do Colégio Luce Prima, em São José dos Campos
