Poema: Lua pálida

Um poema que tenta retratar sobre relacionamentos que são como as fases da lua

Escrito por: Arthur Peixoto1 min de leitura
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Lua cheia

Tão linda, tão bela

Mas que de mim é alheia,

Por que ilumina minha vida inteira?

Lua minguante

Tão estranha, tão ofuscante

Sendo distante, fria e profunda,

Por que você se entranha na tundra?

Lua Nova

Tão obscura e tão sumida…

Tu nunca pertenceste a meu céu

Por que isso de tudo me afunda?

Lua crescente

Tão pequena e tão parecida

Retornando de repente fazendo uma trinca,

Por que tu retornas de maneira contundente?

Lua pálida

Tão torturante, tão risonha

Tão estonteante, tão medonha

Por que você se esconde no lado escuro?

Como um quinto elemento, sádico e obscuro

Por que? por que? por que? Por que?

Por que me persegue e prende,

Por que ri tão maliciosamente,

Por que finge que deveras sente,

Por que mata a alegria remanescente?

Com supervisão de Léo Lenzi, jornalista do Meon Jovem. 

Arthur Peixoto
Arthur Peixoto

1º ano do Ensino Médio - Colégio Embraer Juarez Wanderley - São José dos Campos

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