Poema: Retira-me a seiva

Um poema que retrata o desmatamento como derrubada da sua própria vida

Escrito por: Lucas Samuel Souza Rosa1 min de leitura
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Se cerram pela perna

As lascas, jorram pelos ares

Se cair será franzina

Ou resistirá vazia entre milhares

Agora o caule hiberna

Dilacerado pelas lâminas irregulares

Talvez a culpem de insana

Talvez lembrem das folhas que a pertencia, mas nunca pesares

O tronco cai sem serenidade

Traçando seu fim importuno

Eternizando em si, atrocidades

Para aqueles que se destroem? O inferno

Então entregue-o para a humanidade

Até que restaurem o dano eterno

Com supervisão de Yeda Vasconcelos, jornalista do Meon Jovem.

Lucas Samuel Souza Rosa
Lucas Samuel Souza Rosa

1° ano do ensino médio - Colégio Embraer Juarez Wanderley - São José dos Campos

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