Um nono ano incomum

Para um aluno do nono ano que está encerrando essa etapa, como foi passar quase todo o ano letivo em casa?

Escrito por: Igor Rafael de Oliveira | EM André Freire1 min de leitura
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Após onze anos convivendo com a mesma turma desde a pré-escola, havia chegado o último ano em que estaríamos juntos. Um ano aguardado por muitos, com várias promessas e desejos. E de repente, tudo desmorona na nossa frente.

Para um aluno do nono ano que está encerrando essa etapa, como foi passar quase todo o ano letivo em casa? Afastados uns dos outros, sem contato com amigos e professores?

Para mim foi um dos anos que mais passei dificuldades. Além das dificuldades acadêmicas, apesar do apoio dos professores, há também o lado emocional, com a incerteza se estamos devidamente preparados para prestar os vestibulinhos.

A dificuldade é definitivamente maior, sendo que os alunos têm que se esforçar e se empenhar mais, tendo que manter o foco, disciplina e interesse nos estudos, mas não podemos ignorar que houve perdas significativas no aprendizado e desenvolvimento.

É inegável a necessidade do isolamento, mas suas consequências são grandes em nossas vidas. Conversando com amigos próximos pude ver que compartilham dos mesmos sentimentos.

Portanto, podemos concluir que a quarentena não vai deixar apenas consequências negativas nos estudos e educação, mas, principalmente, na vida dos estudantes.

Parceria:

Com supervisão de Nicole Almeida, jornalista do Grupo Meon.

Igor Rafael de Oliveira | EM André Freire
Igor Rafael de Oliveira | EM André Freire

Aluno do 9° ano do Ensino Fundamental II da Escola Municipal Professor André Freire, em Guaratinguetá

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