Você sabe o que é racismo estrutural?
Não há um modo simples de se explicar o racismo estrutural, é algo recorrente há séculos. Até a abolição da escravidão pela lei Áurea sancionada pela Princesa Dona Isabel, filha de Dom Pedro II, no dia 13 de maio de 1888, houve um regime de escravidão desde 1500, que era justificado por teorias científicas infundadas […]

Não há um modo simples de se explicar o racismo estrutural, é algo recorrente há séculos. Até a abolição da escravidão pela lei Áurea sancionada pela Princesa Dona Isabel, filha de Dom Pedro II, no dia 13 de maio de 1888, houve um regime de escravidão desde 1500, que era justificado por teorias científicas infundadas sobre a cor da pele.
Essas teorias diziam que os negros eram uma raça inferior, mesmo após esta lei, o povo negro não tinha direito a votar, obter uma propriedade, não tinham direito nem a ficar na rua, mesmo sendo sem tetos. Eram considerados preguiçosos, que não gostavam de trabalhar.
Em poucas palavras, o racismo estrutural tem esse nome por ser estruturado ao longo do final do século XIX até os dias de hoje. O trabalho escravo e extradição de negros era uma fonte de riqueza para os europeus e suas colônias, porém, com o passar do tempo, isso foi mudando.
Quando percebeu-se que não teria jeito, e tinham que abolir a escravidão, o país tomou medidas inclusive legislativas para possibilitar a marginalização dos homens e mulheres de pele negra, mesmo após o fim do trabalho escravo. Um dos exemplos da marginalização dos negros é um ato de império, criado em 1824, que os impedia de estudar.
Parceria:

Com supervisão de Milena Peres, jornalista da Zan Comunicação, parceira do Grupo Meon.
Aluno do 1° ano do Ensino Médio da Escola Estadual Professor Joaquim Andrade Meirelles, em São José dos Campos
