Minas estuda rodízio e adoção de sobretaxa
O governo de Minas trabalha com a possibilidade de adotar um racionamento de água, em no máximo quatro meses, caso a queda dos níveis dos reservatórios permaneça no ritmo atual. Para evitar o problema, segundo a presidente da Companhia de Abastecimento de Minas (Copasa), Sinara Meireles, é necessário que o consumo no Estado, que já foi…

O governo de Minas trabalha com a possibilidade de adotar um racionamento de água, em no máximo quatro meses, caso a queda dos níveis dos reservatórios permaneça no ritmo atual. Para evitar o problema, segundo a presidente da Companhia de Abastecimento de Minas (Copasa), Sinara Meireles, é necessário que o consumo no Estado, que já foi conhecido como a caixa dágua do País, seja reduzido em 30% em todos os setores. A empresa também já avalia a possibilidade de cobrança de multa para quem exceder determinado limite de consumo.
O problema atinge todo o Estado, mas é mais grave na região metropolitana, onde 31 dos 34 municípios são abastecidos pelos Sistemas Paraopeba e Velhas. Neste último, a vazão do Rio das Velhas, que tem média histórica de 80 metros cúbicos por segundo, apresenta no momento média de 10 metros cúbicos por segundo. A situação mais dramática é no reservatório Serra Azul, que está com apenas 5% de sua capacidade e opera no volume morto.
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