Moody’s: decisão de ficar de fora do 4G enfraquece a Oi

A decisão da Oi de não participar do leilão do 4G na faixa de 700 MHz é considerada pela agência de classificação de risco Moody’s neutra a curto prazo, mas negativa no longo prazo. Em relatório, a Moddy’s afirma que o posicionamento da Oi vai enfraquecer sua competitividade e reduzir sua habilidade de sobreviver sozinha no longo prazo. “O…

Escrito por: Conteúdo Estadão1 min de leitura
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A decisão da Oi de não participar do leilão do 4G na faixa de 700 MHz é considerada pela agência de classificação de risco Moody’s neutra a curto prazo, mas negativa no longo prazo. Em relatório, a Moddy’s afirma que o posicionamento da Oi vai enfraquecer sua competitividade e reduzir sua habilidade de sobreviver sozinha no longo prazo. “O persistente fluxo negativo de caixa livre da Oi e sua alta alavancagem estão forçando a empresa a recuar em investimentos em infraestrutura. Com o tempo, isso vai pressionar a companhia e provavelmente a forçará a buscar uma fusão”, diz a agência.

Além disso, a Moody’s ressalta que a decisão de não atuar na faixa de 700 MHz também pode ser negativa no futuro se a companhia não for capaz de adquirir novas faixas nos próximos leilões nem se unir a um competidor que opere em outras frequências. “Vemos este leilão como estratégico para as quatro maiores companhias do setor no País, num contexto de crescimento da cobertura 4G e melhora da velocidade de banda larga para suportar o consumo de dados”, destacou a Moody’s.

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