MP pede 60 dias para analisar denúncias sobre o COI de Taubaté

O Ministério Público pediu 60 dias para analisar as denúncias de irregularidades que envolvem a implantação do COI (Centro de Operações Integradas) em Taubaté. Agora, a negociação entre a prefeitura e o Consórcio Taubaté Vias, que venceu a licitação em contrato de R$ 6.999.996, está suspenso.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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O Ministério Público pediu 60 dias para analisar as denúncias de irregularidades que envolvem a implantação do COI (Centro de Operações Integradas) em Taubaté. Agora, a negociação entre a prefeitura e o Consórcio Taubaté Vias, que venceu a licitação em contrato de R$ 6.999.996, está suspenso.

MP pediu 60 dias para analisar as denúncias
em Taubaté

O consórcio Taubaté Vias é formado pela Talentech Tecnologia Ltda, DCT Tecnologia e Serviços e pela GCT Gerenciamento, Consultoria & Treinamento Ltda. O Promotor de Justiça de Taubaté, José Carlos Sampaio de Oliveira, é quem está com o processo desde outubro do ano passado.

Segundo o vereador Salvador Soares (PT), autor da denúncia, a Talentech, venceu um processo licitatório semelhante em Bauru, mas o acordo foi revogado por suspeitas de ligação com a empresa Engebrás, envolvida no esquema que ficou conhecido como “máfia dos radares”.

“Recebemos novas denúncias, que comprovam a ligação dessa empresa com a máfia dos radares. Estamos encaminhando todos os documentos ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas”, disse.

Outro lado
A assessoria de imprensa da Talentech informou que o MP pediu à prefeitura que não assinasse o contrato para analisar as denúncias e que não existe nenhum impedimento técnico e legal. Informou também que o contrato vai ser assinado normalmente no término do período de análise e o vereador processado pela empresa.

Segundo a prefeitura, todas as empresas estão regulares e a documentação apresentada no ato do pregão estava correta, bem como os testes dos equipamentos apresentados. O contrato ainda não foi assinado porque houve uma recomendação do Ministério Público para que aguarde a emissão do parecer após eles analisarem toda a documentação do processo. Assim que o Ministério Público concluir esta análise, o contrato será assinado.

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